Autor
(a): PaulaHalle
Beta: Leh Cullen
Shipper: Edward & Bella
Gênero: Romance
Classificação: +18
Sinopse: Bella se muda pra esse ótimo apartamento, é ótimo ter seu lugar
e sua independência, mas sua vida muda ao receber a carta de um estranho. A
carta não é destinada a ela, mas ela se conecta com esse estranho como se eles
pertencessem juntos.
Notas da história
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se
fossem meus, ah as possibilidades...
Obs. Essa fanfics só saiu com a grandeeee ajuda da Lily Gomes, que me ajudou muito com os fatos sobre os soldados americanos.
Obs. Essa fanfics só saiu com a grandeeee ajuda da Lily Gomes, que me ajudou muito com os fatos sobre os soldados americanos.
Obs. Fic
100% Beward
Obs. Pov.
Bella
Obs. E nasce
o soldadoward
Capítulo 11.
Era isso, hora de falar de tudo.
– Eu estou. – ele
sussurrou e me afastei para olhar pra ele. Ele está aqui. Edward se afastou um
pouco também, pegando meu rosto entre as mãos, seu polegar fazendo círculos em
minha bochecha. – Eu acho que te prometi um beijo. – meu rosto ficou em chamas,
o que o fez sorrir mais e minhas pernas fraquejaram.
– Você prometeu. –
ele sorriu brilhantemente esmagando seus lábios nos meus.
Gemi agarrando seus cabelos, enrolando
meus dedos nos fios sedosos, ele lambeu meu lábio inferior me fazendo arfar, o
que deu passagem para sua língua.
Eu teria caído se ele não tivesse me
segurando, quando sua língua tocou a minha foi como uma explosão em meu
coração, meus membros viraram gelatina, seu gosto era o céu, e eu não queria
que acabasse nunca, nem ele já que conforme ele aprofundava o beijo seu abraço
se tonava mais possessivo, como se ele nunca fosse me soltar.
Por favor, não me solte! -implorei
mentalmente.
Sua língua varreu o céu da minha boca
provando meu gosto e me dando uma prova do seu, gemi contra sua boca, levando
minhas mãos ao seu cabelo entrelaçando os dedos nos fios sedosos, que cabelo
macio, suspirei me grudando mais a ele, praticamente me esfregando nele como se
eu fosse uma cadela no cio, mas pelos seus gemidos e grunhidos, acho que ele
não estava se importando muito. Suas mãos deslizaram até minha bunda a
apertando me fazendo úmida imediatamente.
Afastei a boca ofegante e sorri
encarando ele.
– Porra mulher, eu te amo. – minha boca
caiu aberta.
– O – o que? – engasguei não
processando o que ele disse, ele não poderia ter dito podia? Ele sorriu, aquele
sorriso lindo que estava fazendo meu coração disparar, era melhor ele parar
antes que eu tivesse um ataque do coração, seus lábios roçaram contra os meus gentilmente,
se afastando antes que eu aprofundasse o beijo.
– Eu te amo Isabella Swan, desde a
primeira carta. – funguei piscando os olhos para afastar as lágrimas.
– Realmente?
– Realmente. – piscou e o agarrei de
novo beijando sua boca, seu rosto, descendo beijos para seu pescoço, lambi sua
pele mordiscando em seguida o fazendo grunhir.
–Também te amo. Muito, muito, muito...
– sussurrei entre beijos e mordidinhas, seu aperto em minha bunda intensificou,
assim como sua ereção que agora me cutucava através de nossas roupas, malditas
roupas intrometidas.
– Bella? – ele rosnou, fazendo minha
calcinha molhar mais ainda.
– Hmmm... – resmunguei contra sua pele,
eu não queria parar nunca de beijá-lo de tocá-lo, de senti-lo assim tão
pertinho de mim.
– Podemos ir pro seu quarto? – ele
ofegou quando mordisquei sua garganta e me afastei para encará-lo.
– Sim, imediatamente. – ele riu, me
fazendo sorrir, ai que risada linda, me desgrudei dele, nada feliz com isso,
mas eu precisava levá-lo para meu quarto, ou o sofá, só para dentro do
apartamento já servia, agarrei sua mão, ele pegou a mochila que estava no chão,
nem reparei que ele a tinha deixado cair, sem esperar mais o levei para meu
apartamento.
Corremos através dos degraus rindo como
bobos, assim que entramos mal fechei a porta, Edward largou a mochila no chão,
me empurrando contra a porta voltando a me beijar, gemi cruzando as pernas e
braços em volta do seu corpo, me esfregando nele novamente, suas mãos voltando
ao lugar onde pertenciam, minha bunda. Sério se ele quisesse me segurar assim
para sempre eu não reclamaria. A boca dele deixou a minha descendo para meu
pescoço deixando beijos molhados em minha pele, joguei a cabeça para trás a
batendo na porta, mas ignorando a dor, por que, misericórdia, sua boca estava em
mim, achava que isso nunca ia acontecer.
Seus beijos desceram para meus seios, e
ele chupou meu mamilo por cima da minha camiseta branca, graças a Deus eu não
coloquei sutiã essa manhã.
– Merda... – grunhi agarrando seus
ombros com força, ele mordiscou o mamilo me fazendo estremecer e minha boceta
latejar, quem diria que meu seio tinha uma ligação direta com a terra
prometida.
Empurrei um pouco Edward, puxando a
blusa da minha cabeça, ele gemeu encarando meus seios em seguida enterrando o
rosto entre eles, arfei abraçando sua cabeça, ele riu erguendo o rosto, e corei
forte com o brilho dos seus olhos.
– Eu sonhei com esse momento. – ri
corando mais ainda.
– Em enfiar a cara nos meus peitos?
– O que mais um cara pode querer?
Enfiar a cara entre minhas pernas?
Edward gargalhou, e corei mais ainda,
eu disse em voz alta? Serio, me joguem pela janela!
– Sim, mas eu sonho com isso também. –
piscou me fazendo dar risadinhas nervosas.
– Ok. – ele me beijou novamente me
fazendo esquecer as besteiras que saia da minha boca e me concentrar na
maravilha que era sua boca na minha.
Tentei tirar sua roupa, mas estava
difícil, ele afastou a boca da minha novamente, e arrancou sua camisa do corpo,
e a regata que usava por baixo, ofeguei ao ver seu peito nu e que peito... largo,
forte com músculos, mas sem ser exagerado e pra completar coberto de tinta,
engolindo em seco levei as mãos ao seu peito.
– Puta merda, você tem uma tatuagem. –
ele franziu as sobrancelhas.
– Isso é um problema?
– Não, é sexy, inferno, muito sexy. –
fiquei passando as mãos na tatuagem tribal que cobria metade do seu peito
seguia pelo ombro e o braço inteiro, cara como ele é gostoso.
– Quer que deixe você e a tatuagem
sozinhas? – levantei a cabeça para encará-lo e sorri timidamente.
– Não você pode ficar também. – ele
riu, sua risada gostosa que fazia coisas com meu corpo, coisas muito boas.
– Bom. – murmurou me beijando
novamente, seus lábios pressionados firmemente contra os meus, me fazendo gemer
em sua boca, as mãos dele indo para minha bunda, como se tivesse um imã, não
que eu me importasse, já disse que suas mãos deviam viver na minha bunda,
peitos, onde mais ele quisesse colocá-las.
Sua língua voltou para minha boca se
enroscando na minha, levei minhas mãos para sua calça as empurrando para baixo
junto com a cueca, as ouvi cair no chão com um baque surdo, enquanto eu
agarrava sua bunda durinha, porra o exército fazia bem para os homens, podia
sentir seus músculos duros sob meus dedos. Ele rosnou afastando a boca da
minha, enfiando o rosto no meu pescoço, grunhindo meu nome, seus lábios
passeando por todo meu peito, brincando com os meus mamilos.
Minha calcinha era uma causa perdida a
essa altura, mas quem se importava, Edward tirou as mãos da minha bunda, que
sentiram falta imediatamente dele, mas o perdoei quando o senti tentando
empurrar minhas calças para baixo, descruzei as pernas do seu corpo o ajudando
a se livrar das minhas calças, quando para minha surpresa ele caiu de joelhos
na minha frente, ofeguei quando o vi encarando a terra prometida. Porra eu me
depilei?
As mãos dele afastaram minhas coxas
enterrando o rosto entre minhas pernas e todo o pensamento sobre se eu havia me
depilado se foi da minha mente, Edward estava com a cara entre minhas pernas,
quem se importava com o resto.
– Deus, você é tão suave. – ele gemeu
dando um beijo em meu clitóris e gemi alto, é eu depilei sim.
Graças a Rosie por me arrastar para sua
depiladora dumal, quase morri, mas valeu a pena se fazia meu soldado tão feliz.
Sua língua quente varreu minha boceta
me fazendo gritar, agarrei seus ombros para me firmar, pois minhas pernas eram
inúteis no momento, ele subiu os lábios para meu clitóris o chupando ao mesmo
tempo em que empurrou dois dedos em mim. Porra isso é bom.
– Merda você está encharcada.
– Culpa sua. – ele riu torcendo seus
dedos dentro de mim, levando minha boceta a se contrair com força, misericórdia
o homem sabia usar os dedos. Eu não demoraria muito para vir se ele continuasse
metendo esses dedos longos e gloriosos em mim, mas eu não tive a chance de falar
nada, pois sua boca voltou para mim, e tudo mais foi esquecido.
Seus dedos eram mágicos, mas sua
língua, porra eu queria me casar com sua língua, se ela fosse mais fundo em
mim, eu a arrastaria para a igreja mais próxima e a forçaria a se casar comigo,
se o padre fosse contra, Rosie tiraria uma licença na internet e faria o
casório, ela entenderia minha paixão pela língua dos deuses.
Os dedos de Edward voltaram, dessa vez três, ele os empurrava forte e
rápido, fazendo todo meu corpo se contorcer e o prazer começar a se construir dentro de mim, seus lábios provocaram
meu clitóris, chupando e mordiscando me fazendo vir com força em sua boca.
Eu gritei seu nome sentindo cada parte
de mim pulsando com o prazer que corria por todo o meu corpo, Edward se levantou
me segurando, ele lambia os lábios sensualmente, e mesmo tonta de prazer beijei
sua boca sentindo meu gosto em sua língua, ele gemeu agarrando minha bunda me
erguendo, voltei a cruzar as pernas em volta dele, para me firmar sendo
empurrada contra porta, podia sentir sua ereção contra minha entrada e lamuriei
baixinho o querendo em mim.
Nem parecia que tinha acabado de gozar
divinamente com seus dedos mágicos e língua gloriosa.
– Edward... – arfei contra seus lábios,
agarrando seu cabelo da nuca, ele grunhiu jogando a cabeça para trás, quando
voltou a me olhar, seus olhos irradiavam paixão, se possível me deixaram mais
molhada pra ele.
– Quero você Bella. – gemeu em
desespero, levei minha outra mão entre nós pegando em seu pau, porra minha mão
não conseguia rodeá-lo, o bombeei sentindo seu tamanho e seu calor, Edward
enterrou o rosto em meu pescoço enquanto me deixava brincar com seu pau
gigante, eu com certeza não estaria andando amanhã.
– Estou bem aqui. – sussurrei o guiando
para dentro de mim, ele empurrou seu quadril para frente deslizando para dentro
da terra prometida.
Te juro que ouvi os gritos do coro de
Aleluia. Graças a Deus que eu estava tomando a pílula, sentir seu pau dentro de
mim, pele com pele era glorioso, de mudar a minha vida.
Ambos gememos com a sensação dele
dentro de mim, fazia algum tempo que eu não fazia sexo e seu pau estava
esticando a minha boceta, nunca me senti tão preenchida e tão excitada na minha
vida.
Edward continuou com o rosto enterrado
em meu pescoço, murmurando palavras incoerentes, posso ter ouvido um, “caralho”
e possivelmente um “eu te amo”, mas estava difícil me concentrar quando tinha
um pau quente, pulsante e gigante dentro de mim. Ele parou quando estava todo
dentro de mim, esperando eu me acostumar com ele, mesmo que tivesse um pouco de
desconforto, ainda me sentia incrivelmente satisfeita com seu pau em mim, e
queria sentir ele se mover, rebolei contra ele o incentivando a me foder, ele
entendeu a dica, pois saiu quase todo de mim empurrando de volta com força.
– Edward, oh meu, não pare... – gritava
entre gemidos, e os sons dele chupando meus seios e os seus grunhidos, só me
fazia cada vez mais excitada.
Não demorou muito para que eu começasse
a gritar sentindo meu segundo orgasmo, minha boceta apertando o pau dele como
um punho, o fazendo vir, derramando seu prazer dentro de mim.
Ficamos abraçados contra a porta alguns
momentos respirando com dificuldade, enterrei meu rosto no pescoço dele e o
senti se mover, mas não me importei muito, pelo menos até sentir o colchão
contra meu corpo e abri os olhos o encarando com uma sobrancelha arqueada.
– Mais confortável aqui hein? – ele
rastejou para cima de mim, tocando meu rosto com carinho, sorri bobamente,
erguendo a mão fiz o mesmo com ele, passando os dedos por seu rosto bonito,
memorizando seus traços.
– Ainda não posso acreditar que está
aqui.
– Eu estou querida.
– Que bom, eu... – levei a mão ao seu
cabelo da nuca o agarrando e puxando sua boca para a minha, ele gemeu contra
meus lábios deitando seu corpo no meu, suspirei ao sentir sua pele nua contra a
minha, isso era melhor do que qualquer sonho que já tive.
As mãos dele já corriam por meu corpo e
arfei ao sentir sua ereção crescendo entre minhas coxas, afastei os lábios dos
dele, respirando com um pouco de dificuldade.
– De novo? – ele riu.
– Com certeza de novo.
[...]
– É parece que eu não posso voltar a
ser virgem. – murmurei caindo ao lado de Edward respirando com dificuldade, o
homem tinha uma disposição, ele se virou me olhando com o cenho franzido.
– Não, não, eu só... – meu rosto
esquentou, ele sorriu deitando virado para mim apoiando seu rosto em sua mão.
– Diga-me. – sentindo meu corar se
aprofundar dei de ombros.
– É que fazia algum tempo que estive
com alguém, er muito tempo, e achei, bem acreditei que podia voltar a ser
virgem. – Edward torceu o nariz.
– Isso é possível?
– Graças a Deus não, bem eu espero, eu
não estava. – ele riu.
– Embora você estivesse malditamente
apertada, não era virgem, pelo menos você não pareceu sentir dor.
– Não senti dor, só prazer. Foi
incrível, melhor do que imaginei.
– Sim? – murmurou beijando meus lábios
rapidamente e ri.
– Sim.
– Bom. – ele rolou para fora da cama e
suspirei vendo seu corpo nu, porra de homem gostoso, e essa tatuagem, Jesus,
Maria e Jose, eu não sabia dessa minha tara por tatuagens, mas só de olhá-la eu
já estava me contorcendo pra pular nele.
– O que você está olhando? – parei de
babar um pouco e sorri timidamente olhando para seu rosto.
Nem me atrevi a encarar seu pau, se sua
tatuagem já me deixava babando imagina seu pau... er sem comentários.
– Só apreciando a vista.
– Estava olhando a tatuagem né? – ele
sorriu, e mordi o lábio dando de ombros.
– Talvez. – ele riu voltando para a
cama me dando outro beijo rápido.
– Eu deixarei você brincar com minha
tatuagem mais tarde.
– Sério? – meus olhos devem ter
brilhado, pois ele riu me dando mais um beijinho.
– Sério, agora, posso assaltar sua
geladeira? – toquei seu rosto com uma mão.
– Hey, você vai ficar aqui, então é sua
geladeira também.
– É?
– Sim, eu não sei se tenho muitas
coisas, talvez devemos pedir comida? – sugeri pensando o que tinha em casa, e
já planejando uma visita ao mercado.
– Ok, eu vou pegar minha mochila e
tomar um banho enquanto você pede algo para nós. – antes que eu dissesse que eu
pegava a mochila e ele fosse tomar seu banho, ele saiu do quarto, rindo me
espreguicei em toda a cama não podendo deixar de rir.
Ele está aqui, e me ama.
Pulei da cama querendo mais um beijo do
meu Edward, quando ouvi um barulho e em seguida um grito.
Rosie?
Oh Merda, ela viria para fazermos
compras.
Peguei a primeira camisa que vi no chão
correndo para fora do quarto enquanto me vestia, quando cheguei a sala gemi ao
ver Edward tentando esconder seu corpo com sua mochila enquanto Rosie o olhava
boquiaberta. Corri para ficar na frente dele, para que ela não o visse pelado,
mesmo que sua mochila cobria as partes importantes.
– Rosie... – comecei, mas me calei
quando vi seu olhar, ela estava profundamente chateada.
– Bella como você pôde?
– O que?
– Você traiu Edward, e ele está preste
a chegar e você arranja um gostoso pra dar uma rapidinha, que vergonha Isabella
Swan.
Sem que pudéssemos me conter, Edward e
eu começamos a rir, Rosie ficou vermelha já se preparando para ir, quando a
alcancei.
– Rosie é Edward.
– Hein? – peguei sua mão a levando até
Edward.
– Edward essa é minha melhor amiga
Rosalie Hale.
– É um prazer Rosalie, eu apertaria sua
mão, mas, er... – ele fez um gesto com a cabeça para seu corpo e ri, dei um
beijo rápido nele e o empurrei para o quarto.
– Vá se vestir e depois volte. – ele
assentiu indo para o quarto rapidamente ainda tentando esconder sua nudez com a
mochila.
Que desperdício esconder aquele corpo
lindo, se bem que era só pra mim ver esse corpo, Rosie era minha amiga, mas ela
que tirasse os olhos do meu homem, ela já tinha o dela.
– Rosie, você está bem? – chamei ao
notar que ela não falou muito desde que Edward saiu, ela me olhou dando um
sorriso tímido.
– Desculpe o ataque, eu só... – rindo a
abracei pela cintura.
– Está tudo bem Rosie. – ela me encarou
com um sorriso malicioso.
– Jesus Bella, o homem mal chegou e
você já o levou para sua cama.
– Você pode me culpar? – ela riu.
– Deus não, que... tatuagem. – rimos.
– E não é?
– Será que consigo convencer Emmett a
fazer uma?
– Sua tarada.
– Nem comece eu sei que quando viu a
tatuagem ficou louca, posso ver nos seus olhos.
– Er... talvez. – tentei mudar de
assunto, não queria ficar falando da minha tara por tatuagens. – Por que
demorou a chegar?
– Eu estava com Emmett no café.
– Preciso ficar longe do deposito?
– Não sua mente suja, eu estava
ajudando.
– Sei, aposto que o Emmett adora suas
ajudas. – movi as sobrancelhas sugestivamente a fazendo rir enquanto seu rosto
ficava vermelho.
– Ele realmente adora.
– Ew informação demais.
– Então melhor deixar as compras para
outro dia?
– Podemos?
– Claro, eu que não sou louca de
afastá-la do seu homem.
– Hey Bella, podemos pedir pizza? Há
algum tempo que não como pizza. – meu lábio tremeu, e engoli a vontade de
chorar, meu pobre soldado, quantas coisas mais ele foi privado, hey pizza é
importante.
Corri a abraçar sua cintura enterrando
o rosto em seu peito, ele estava cheiroso, havia tomado banho e estava vestido,
uma pena. Seus braços me rodearam me fazendo suspirar, ergui o rosto e ganhei
um beijo no nariz.
– Podemos pedir o que você quiser. –
ele sorriu brilhantemente me dando mais um beijo e se voltou para Rosie.
– Você nos acompanha Rosalie? – ela
piscou olhando entre nós e ela negou rapidamente.
– Não, não, eu preciso ir ajudar
Emmett. E pode me chamar de Rosie, hmmm desculpe pelo ataque mais cedo, é bom
conhecê-lo Edward. – ele sorriu se aproximando dela me puxando juntos e apertou
sua mão.
– É bom conhecê-la Rosie, Bella sempre
fala de você.
– Coisas boas eu espero. – brincou e
lhe belisquei.
– Só existe coisas boas para dizer de
você. – ela sorriu.
– Bom, mas eu realmente preciso ir, eu
te ligo Bella, pra marcarmos as compras.
– Ok, vamos nessa semana.
– Sem problemas, eu preciso realmente
ir. – me soltei de Edward e dei um abraço rápido nela a acompanhando até a
porta.
– Tchau Rosie.
– Tchau, eu... – ela abaixou a voz. –
Eu vou ajudar Emmett no café e convencê-lo a te dar a semana de folga.
– Rosie...
– Você tem que aproveitar a semana com
seu soldado, ele só tem um mês. Sorte que a faculdade fechou para as festas de
natal, então vocês tem toda a semana pra ficar juntos.
– Obrigada Rosie. – a abracei apertado.
– Vamos fazer as compras que faltam
semana que vem, da tempo até o natal e assim você pode pensar com calma no que
vai dar a Edward, e depois você pode apresentá-lo para o pessoal. Os manterei
longe para que vocês aproveitem a semana. – sorrindo a abracei apertado.
– Você é a melhor.
– Eu sei, agora vá dar pizza ao seu homem.
– piscou saindo rapidamente e ri voltando para a sala, encontrei Edward sentado
no sofá folheando meus livros que estavam espalhados pela mesa de café.
– Hey. – ele sorriu largando o livro
esticando os braços pra mim, fui rapidamente para ele que me abraçou me puxando
para seu colo, suspirei enterrando o rosto em seu peito, Edward riu beijando
meus cabelos.
– Você tinha planos com Rosie? Eu
atrapalhei? – rolei os olhos, pegando seu rosto com as mãos dei um beijinho
rápido nele.
– Você nunca atrapalha, eu só ia fazer
compras com Rosie posso ir depois, agora quero curtir um tempo com meu soldado
sexy.
– Hmmm, isso é bom.
– Mas antes vamos comer aquela pizza. –
sai do seu colo correndo para a cozinha onde deixava os menus de entrega, achei
o da pizza e peguei meu celular, perguntei do que Edward queria, e como ele
estava indeciso, pedi duas de meia de cada coisa.
Assim que desliguei o telefone Edward
me puxou para o sofá me fazendo sentar no seu colo com uma perna de cada lado
do seu quadril, suas mãos entraram por minha camisa e gemi ao senti-las em
minha bunda, porra eu me esqueci de colocar calcinha, na minha pressa de ver o
motivo dos gritos de Rosie só vesti a camiseta.
As mãos dele foram para o interior das
minhas coxas e gemi afastando as pernas e sentindo sua ereção através da sua
calça, me esfreguei contra ela o fazendo gemer me puxando para um beijo
urgente.
Ofeguei em sua boca agarrando seu
cabelo macio, ele grunhiu levando a mão entre minhas pernas esfregando meu
clitóris, sua outra mão entrou por minha camiseta agarrando meu peito e
beliscando o mamilo, arfei afastando a boca da dele, respirando com
dificuldade, os lábios de Edward foram para minha garganta que ele mordiscou e
lambeu.
Porra o homem estava me deixando louca.
Levei a mão até suas calças a abrindo,
agradeci aos céus, por ele estar sem cueca, Edward empurrou dois dedos dentro
de mim, minha boceta pulsou em volta dos seus dedos e viria logo se ele
continuasse me tocando assim. Agarrei seu pau o massageando de cima a baixo,
ele rosnou contra minha pele, e seus dedos ficaram mais urgentes.
– Edward... porra...
– Quero te foder aqui. – ele gemeu
contra minha pele, gemi em acordo.
Rapidamente suas mãos estavam em minha
cintura e com a minha ajuda seu pau estava em mim, profundamente em mim, arfei
agarrando seus ombros rebolando em seu colo, Edward rosnou arrancando a minha
blusa, e enquanto eu cavalgava seu pau, o sentindo entrando em mim
deliciosamente sua boca devorava meus seios.
Dessa vez nós fomos frenéticos, suas
investidas eram fortes e rápidas e sua boca em meus seios não tinham
misericórdia, ele chupava, mordia, meus olhos giravam com o prazer, ele agarrou
minha bunda me ajudando nos movimentos me fazendo ir cada vez mais rápido e
mais fundo no seu pau.
Quando meu gozo veio, veio com força me
fazendo gritar tão alto que com certeza meus vizinhos devem ter ouvido, mas eu
pouco estava me importando, Edward veio em seguida gemendo meu nome alto, em
seguida me beijando com força.
Eu gemi em sua boca o abraçando
apertado, deixando os espasmos do meu prazer deixarem lentamente meu corpo.
Ouvimos a campainha e gemi eu estava uma bagunça, Edward me ergueu saindo de
dentro de mim.
– Vai tomar um banho, eu pego a pizza. – ele me deu um beijo rápido e se
ajeitou o melhor que pode. Assenti correndo para o quarto, indo direto para o
chuveiro, depois de um banho rápido fui pegar algo para vestir quando vi a
regata que Edward por baixo do uniforme, ele deve ter pegado as roupas que
jogamos pela casa quando entramos, a vesti sorrindo ao sentir seu cheiro em
mim, peguei uma calcinha vermelha sexy e a colocando rapidamente. Voltei para a
sala e Edward mudava de canais me esperando, com as pizzas na sua frente sobre
a mesa de café, sorrindo fui até ele, rapidamente me puxou para seu colo enterrando o rosto em meu pescoço.
– Eu não posso parar de te tocar.
– Então não pare. – murmurei o
abraçando e ele sorriu me dando um beijo.
– Vamos comer?
– Claro, você quer um refrigerante ou
cerveja?
– Cerveja é bom. – assenti indo para a
cozinha, peguei duas cervejas, pratos e alguns guardanapos, voltei para a sala
colocando tudo sobre a mesa e fizemos um piquenique.
Comemos rapidamente, estávamos
realmente famintos, Edward gemia a cada mordida um som muito sexy, sexy demais
para pizza, se quer saber. Ele devia mesmo sentir saudades de comer pizza,
quase chorei novamente, mas pisquei para afastar as lágrimas, não iria chorar,
iria é dar as melhores férias da vida dele, conseguir tudo o que ele sentia
saudades. Quando acabamos, ele me ajudou a guardar as coisas e lavar os pratos.
Sem ter mais o que fazer ficamos nos encarando na cozinha.
Edward suspirou esticando a mão para
mim e a peguei rapidamente, ele me abraçou apertado me fazendo suspirar quando
beijou minha testa. Era tão bom estar em seus braços, imaginei tanto esse
momento e agora estava aqui nos braços dele, sentindo seu cheiro, seu calor, a
batida do seu coração batendo no mesmo ritmo do meu, coloquei a mão sobre seu
peito amando a sensação de estar com ele, de tocá-lo.
– Acho que precisamos conversar.
– Sobre o que? – ergui o rosto o
encarando preocupada com o que ele poderia querer conversar, eu fiz algo
errado? Ele sorriu ternamente.
– Sobre tudo, sobre as cartas, sobre
nós, sobre o que vamos fazer daqui pra frente.
– É acho que precisamos mesmo. – ele
afagou meu rosto me fazendo derreter em seus braços com seu olhar.
– Então por onde começamos?
Era isso, hora de
falar de tudo.
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