Autor
(a): PaulaHalle
Beta: Leh Cullen
Shipper: Edward & Bella
Gênero: Romance
Classificação: +18
Sinopse: Bella se muda pra esse ótimo apartamento, é ótimo ter seu lugar
e sua independência, mas sua vida muda ao receber a carta de um estranho. A
carta não é destinada a ela, mas ela se conecta com esse estranho como se eles
pertencessem juntos.
Notas da história
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se
fossem meus, ah as possibilidades...
Obs. Essa fanfics só saiu com a grandeeee ajuda da Lily Gomes, que me ajudou muito com os fatos sobre os soldados americanos.
Obs. Fic 100% Beward
Obs. Pov. Bella
Obs. E nasce o soldadoward
Obs. Essa fanfics só saiu com a grandeeee ajuda da Lily Gomes, que me ajudou muito com os fatos sobre os soldados americanos.
Obs. Fic 100% Beward
Obs. Pov. Bella
Obs. E nasce o soldadoward
Capítulo 12.
Era isso, hora de aproveitar as férias.
– Acho que precisamos
conversar.
– Sobre o que? –
ergui o rosto o encarando preocupada com o que ele poderia querer conversar, eu
fiz algo errado? Ele sorriu ternamente.
– Sobre tudo, sobre
as cartas, sobre nós, sobre o que vamos fazer daqui pra frente.
– É acho que
precisamos mesmo. – ele afagou meu rosto me fazendo derreter em seus braços com
seu olhar.
– Então por onde
começamos?
– Que tal irmos pra sala e nos
sentarmos?
– Ok. – ele beijou minha testa
novamente, e ainda abraçados caminhamos até a sala, Edward sentou no sofá me
puxando para seu colo, sorri deitando a cabeça em seu ombro enquanto olhava seu
rosto bonito, ergui a mão passando os dedos por sua mandíbula, ele tinha uma
senhora mandíbula, quadrada e sexy, será que ele se importaria se eu a
lambesse?
– O que está pensando?
– Em lamber sua mandíbula. – falei
antes que pudesse me parar, meu rosto ficando em chamas, merda cadê meu filtro
verbal? Edward riu beijando rapidamente meus lábios.
– Você pode lamber depois, pode lamber
qualquer parte de mim, se você estender a mesma cortesia para mim. – piscou me
fazendo corar mais ainda.
– Ok. – sussurrei engolindo em seco,
agora não conseguia parar de pensar em Edward me lambendo, merda, pensamentos
pervertidos vão embora, precisamos conversar. – Então, sobre o que quer falar
primeiro? – pigarreei tentando mudar de assunto.
– Você.
– Eu?
– Sim, eu quero saber tudo sobre você.
– Você já sabe.
– Sei?
– Acho que sim, falamos tanto nas
cartas.
– Falamos sim, você não sabe o quanto
elas significaram pra mim Bella, recebê-las, fez uma diferença tão grande, eu
me sentia tão perdido, em um lugar escuro e sombrio, mas sua carta foi como um
raio de sol que me guiou para fora do meu mundo escuro direto para você. –
suspirei enterrando o rosto em seu peito.
– Eu odeio que se sinta assim Edward,
saber que você se sentia tão desiludido, que por isso você não foi cuidadoso,
que podia ter... – engasguei com o pensamento dele ferido ou morto, pressionei
a mão sobre seu peito onde seu coração batia com força. Ergui os olhos o
encarando, Edward suspirou passando os polegares sobre meus olhos secando
lágrimas que nem sabia que estava derramando.
– Não chore por mim. Eu estou aqui
agora, e vou tomar cuidado redobrado, pra voltar inteiro pra você.
– Promete?
– É uma promessa. Eu voltarei para você
e ficaremos juntos.
– Ok. Eu sei que vai voltar pra mim, eu
já não posso viver sem você Edward. – ele me apertou em seus braços enterrando
o rosto em meu cabelo.
– Também não posso viver sem você
Bella, você é tudo pra mim, meu ar, minha razão de viver. – ergui o rosto
segurando seu rosto entre minhas mãos.
– Eu nunca amei assim, acho que nunca
amei de verdade, não até te conhecer, até ler suas cartas, o que eu sinto por
você é maior do que qualquer coisa que já senti e... isso me assusta.
– Me assusta também, mas eu prefiro
estar aqui amando você a ter a vida que tinha antes.
– Eu também. Não que minha vida fosse
ruim, era boa, mas eu não sabia que faltava algo, até conhecer você.
– Me sinto assim também Bella, você é
parte de mim, com você eu me sinto completo. – beijei demoradamente seus
lábios, ele gemeu contra minha boca empurrando sua língua entre meus lábios,
arfei enroscando minha língua na dele, gemendo quando seu sabor se misturou com
o meu.
Ele se afastou sorrindo me dando um
beijo rápido nos lábios.
– Você é tão bonita. – ele sussurrou
acariciando minha face, minhas bochechas esquentaram o que o fez sorrir mais. –
E quando cora fica ainda mais linda.
– Obrigada, você também é bonito.
– Realmente? – assenti freneticamente.
– O homem mais bonito que já vi. – ele
riu.
– Eu sempre achei que os caras gostavam
de me zoar, mas já que você pensa assim também, deve ser verdade. – ri voltando
a deitar a cabeça em seu ombro.
– Como são os caras?
– São ótimos, somos todos irmãos, nos
ajudando e apoiando, nos protegendo. Sempre atento quando estamos em missão,
mas brincalhões quando estamos na base descansando. É como ter um bando de
irmãos, fiéis e protetores e ao mesmo tempo uns idiotas que adoram pegar no seu
pé. – ri beijando seu peito.
– Eles parecem ser incríveis. – ele
sorriu carinhosamente, com certeza lembrando-se dos irmãos que ainda estão
longe lutando dia a pós dia para sobreviver, não só pela vida, mas pelas
saudades que todos devem sentir de casa.
– Eles são, principalmente Mitchell.
– Ah o infame Mitchell. – ele riu.
– Você vai gostar dele. Ele já te ama
depois que mandou aquela caixa de guloseimas. – escondi o riso em seu peito.
– Ele realmente se gabou para os
outros? – Edward bufou revirando os olhos, mas ainda mantendo um pequeno
sorriso.
– E como, lógico que em seguida ele
dividiu com todos, mas sempre ressaltando, que foi mandado pela minha garota. –
ri baixinho.
– Eu adoro isso.
– Ser minha garota? – ri de novo, e ele
pegou meu queixo me dando um beijo rápido. – Você é Bella, minha garota.
– Eu sou, e você é meu.
– Sempre seu.
Ficamos nos olhando, nossos olhos dizendo
o quanto nos amávamos, e estávamos felizes por finalmente estarmos juntos, mas
ainda sim havia um pouco de tristeza, pois no fundo sabíamos que nosso tempo
juntos era contado.
– Será só um ano. – ele jurou e assenti
engolindo a vontade de chorar.
– Um ano passa rápido. – murmurei mais
para mim mesma, Edward me deu outro beijo rápido.
– Passará, e quando eu voltar não
sairei mais do seu lado.
– Sim?
– Sim, você ficará tão enjoada de mim,
que vai me mandar ir pastar. – ri o abraçando apertado.
– Não, eu vou me agarrar a você e não
deixá-lo ir a lugar nenhum.
– Eu gosto disso. – escovou os lábios
contra minha testa me fazendo sorrir bobamente.
– Bom, pois eu falo sério. – sorrimos,
mas ainda estávamos preocupados com a separação iminente.
– Não se preocupe Bella, passará
rapidinho e teremos as cartas, e as lembranças desse mês.
– Sim, faremos muitas lembranças, e
tiraremos fotos.
– Fotos são boas, eu quero outra sua
pra levar sempre comigo. – ele encostou a testa na minha respirando calmamente,
suspirei sentindo o calor da sua pele e seu cheiro.
–Realmente leva a minha foto sempre com
você?
– Sim é como meu talismã da sorte.
– Então a mantenha com você o tempo
todo, para deixá-lo seguro. – ele se afastou pegando meu rosto em suas mãos.
– Bella, vai ficar tudo bem, raramente
temos enfrentamentos, e quando tem não é nada grave, desde que me alistei, só
tivemos dois feridos.
– Sério? – ele assentiu, mas evitou
meus olhos. Merda o que ele estava escondendo? Por que eu sei que ele está.
– Quem foi?
– Bella...
– Edward, você prometeu honestidade pra
mim desde a primeira carta, lembra? – ele suspirou.
– Eu e Brian. O dele foi pior que o
meu, eu levei um tiro de raspão na perna.
– Oh Deus... – ofeguei o apalpando
atrás de sinais de machucados, ele agarrou minhas mãos.
– Foi na minha perna e meses atrás,
estou bem Bella. Eu fiquei de cama poucas semanas, e depois estava como novo.
– Realmente?
– Sim, se fosse grave eu estaria em
casa, mas eu me recuperei e em um mês estava voltando aos exercícios.
– Ok. – assenti acreditando nele,
Edward não mentiria sobre algo tão sério. O abracei apertado. – E como foi?
– Assustador. – o apertei mais contra
mim.
– Foi?
– Sim, eu tive medo de morrer, de
perder tantas coisas. Medo do desconhecido, do que haveria do outro lado se eu
realmente morresse, será que minha mãe estaria ali para mim, será que eu
merecia o céu? Por um momento eu fiquei apavorado com as possibilidades, em
seguida foi doloroso, mas no final nem era tão grave, eu me assustei a toa. E
deixou uma marca pequena.
– Eu posso ver? – ele sorriu
maliciosamente.
– Querendo me ver sem calças em. – ri
dando um empurrão nele e sai do seu colo.
– Bem que você queria Masen. – ele
rosnou se levantando de um pulo, gritei enquanto corria para o quarto, ele me
alcançou antes que eu entrasse me jogando sobre seu ombro, ri todo o caminho
até o quarto, Edward me jogou na cama, tirando sua camiseta e suspirei olhando
a tatuagem e que tatuagem. Ele sorriu e tirou à calça e boxer, seu pau saltou
pra fora duro e pronto pra mim, lambi os lábios o imaginando na minha boca.
Minha calcinha era uma causa perdida.
Ele engatinhou na cama até ficar sobre
mim, seus lábios tomaram os meus com urgência, já suas mãos tratavam de tirar
minha calcinha, suspirei quando seus dedos roçaram meu clitóris. Afastei a boca
da dele o empurrando na cama e sentando em suas pernas. Observei seu corpo em
busca de ferimentos, sua pele perfeita parecia boa, boa até demais.
Ele era um pouco bronzeado, não
vermelho como ele disse, sua pele estava um pouco dourada e muito bonita,
passei as mãos por seu peito amando tocar sua tatuagem, sentir seus músculos se
ondulando sobre meus dedos, e que músculos, ainda o olhando acabei por notar
uma marquinha em sua coxa, rocei os dedos sobre ela.
– Foi aqui?
– Sim, só pegou na carne, nenhuma parte
importante. – assenti ficando de joelhos e beijando o local, Edward gemeu
baixinho, sorrindo perversamente, subi pairando sobre ele beijando seus lábios,
me afastando antes que ele pudesse aprofundar o beijo.
– Quietinho. – mandei ainda sorrindo me
inclinando contra o seu peito.
Passei meus lábios por seu corpo,
amando os gemidos que ele fazia a cada beijo e lambida que dava em seu peito e
estomago, me demorei um pouco na tatuagem sexy, lambendo cada linha que podia,
Edward respirava forte, mas me deixou aproveitar, continuei descendo meus
beijos até seu pau que estava duro e apontando pra mim. Sorrindo para ele
agarrei seu cumprimento o massageando levemente.
Seu pau é lindo, longo e grosso com a
cabeça como um cogumelo, estava inchado, pulsando contra minha mão, lambi os
lábios, louca para senti-lo em minha boca e provar seu gosto, ele gemeu jogando
a cabeça para trás, desci minha mão até suas bolas as acariciando, antes de
levar uma à boca, ele rosnou, e o som foi direto para minha boceta me deixando
encharcada. Depois de chupar suas bolas, voltei a brincar com seu pau, lambendo
o gozo que pingava da ponta, ele gemeu alto agarrando meu cabelo, ergui o rosto
o encarando com ele ainda na boca.
– Porra... continue. – assenti
começando a lambê-lo, dando chupadas, claro sem deixar de acariciá-lo.
Aumentei a velocidade das minhas
caricias, assim como da minha boca o chupando com avidez, Edward arqueou o
corpo empurrando seu pau mais contra meus lábios e o suguei forte, podia
senti-lo inchando e latejando contra meus lábios.
Dei mais algumas sugadas e logo ele
estava vindo todo em minha boca, engoli seu gozo rapidamente sem prestar muita
atenção ao gosto, não era uma grande fã, mas podia fazer uma exceção para meu
Edward, ainda mais se ele sempre me olhasse assim depois de eu terminar de
brincar com seu pau.
Rastejei de volta para cima dando
beijos em seu corpo, ao chegar ao seu lado, ele sorriu preguiçosamente, me
abraçando de lado e afastando meu cabelo do rosto.
– Isso foi à coisa mais sexy que eu já
vi. – sorri me aconchegando nele.
– Sim? Eu não sou muito boa... – ele me
interrompeu pegando meu queixo me dando um beijo rápido.
– Sua boca é incrível, faz maravilhas.
– piscou me fazendo corar.
– Obrigada eu acho.
Edward riu nos virou na cama ficando
sobre mim, passando os lábios por meu corpo, sua boca pairando sobre meus
mamilos que ele levou a boca chupando o bico.
– Acho que é minha vez de mostrar o
quanto minha boca é boa. – suspirei agarrando seu cabelo, enrolando meus dedos
nos fios.
Edward passou a mamar meus seios
brincando com ora um ora outro, me deixando louca a cada segundo, podia sentir
sua ereção pulsando contra minha coxa, minha boceta encharcou só de pensar em
tê-lo em mim novamente.
– Edward... – grunhi agarrando seus
ombros, ele levou uma mão entre minhas pernas, me fazendo suspirar quando
empurrou dois dedos dentro de mim.
– Porra, você está pronta pra mim. –
ele gemeu roucamente, seus beijos subindo para minha garganta.
– Sim... – lamuriei enroscando as
pernas em volta da sua cintura e me esfregando nele, como se fosse uma mulher
muito necessitada, e nesse momento eu era, eu necessitava com urgência do pau
de Edward.
Edward rosnou contra minha pele,
tirando seus dedos de mim, e agarrou seu pau o levando para dentro de mim,
gritei arqueando meu corpo contra o dele, seu pau deslizou mais profundamente
me fazendo ver estrelas.
Gememos em uníssono quando nos unimos, sua boca veio até a minha me
beijando com urgência, meus gemidos eram engolidos por seus lábios, assim como os dele era engolidos pelos meus, seu
pau entrava e saia furiosamente de dentro de mim, batendo em um ponto que me
deixava louca e me fazia ver estrelas. Edward afastou a boca da minha
respirando com dificuldade, enterrando seu rosto entre meus seios.
– Porra eu vou vir logo.
– Edward... – gemi já sentindo minha
boceta pulsando, arranhava as costas dele conforme suas estocadas ficavam mais
frenéticas. Ele levou a mão entre nós beliscando meu clitóris, foi o suficiente
para me fazer vir com força, gozando como nunca enquanto eu gritava seu nome.
Ele rosnou vindo em seguida, derramando
seu gozo em mim, a sensação dele pulsando dentro de mim me deixou mole e
ofegante, Edward me abraçou apertado com o rosto ainda enterrado em meu peito,
me segurando como se não quisesse me soltar nunca, e por mim podia me segurar
assim para sempre.
Passei as mãos por suas costas,
acariciando sua pele suada, esperando nossa respiração acalmar, quando
estávamos um pouco mais refeitos, Edward ergueu o rosto com um sorriso bobo.
– Quer me acompanhar no banho? – sorri
brilhantemente.
– Hmmm, banho soa bem. – ele se ergueu
saindo de mim e ambos gememos com a perda.
Ele se levantou erguendo a mão para mim
e não me mexi, Edward arqueou uma sobrancelha.
– Não quer tomar banho?
– Querer eu quero, mas acho que não
posso me mover. – ele riu, e voltando para a cama me pegou no colo me fazendo
ofegar.
– Deixe-me cuidar de você amor. –
sussurrou beijando meus lábios enquanto me carregava para o banheiro.
Pode fazer o que quiser comigo.
[...]
Um calor gostoso me fez acordar, era
quente e parecia estar me rodeando, abri os olhos e sorri, estava completamente
embrulhada nos braços de Edward, o abracei apreciando seu corpo contra o meu,
eu sonhei tanto com esse momento e agora ele está aqui.
Beijei seu peito nu, ele me apertou um
pouco, afrouxando seu aperto em seguida, seus olhos se abriram e ele sorriu me
encarando.
– Bom dia.
– Oi. – seus lábios roçaram contra os
meus, e já ia reclamar do hálito matinal, mas sua língua já invadia minha boca,
que se dane, quem se importava com hálito matinal quando tinha um beijo de bom
dia tão bom assim.
Quando ele se afastou tinha um sorriso
bonito no rosto, eu queria acordar todos os dias para esse sorriso.
– O que faremos hoje? – pensei por um
momento, eu adoraria passar o dia na cama, mas senti um pouco de desconforto
entre as pernas, realmente fazia um tempo que eu não estava com alguém e o pau
gigante de Edward acabou comigo.
– Acho que devemos sair. – murmurei,
ele franziu o cenho, seus olhos cheios de preocupação.
– O que há Bella? – ele tocou meu
rosto, seus dedos passeando por minha bochecha.
– Nada, é só...
– O que?
– Eu estou um pouco dolorida.
– Dolorida? – torceu o nariz em
confusão, suspirei enterrando meu rosto em seu peito, resmungando baixinho.
– Sabe a minha, hmmm, a terra
prometida. – senti o corpo de Edward tremendo, e ergui o rosto o olhando com um
biquinho ao ver seus olhos brilhando enquanto ria.
– Desculpe amor, eu sinto muito, eu te
machuquei?
– Não, é só, fazia um tempo sabe, e
você é todo grande... – seu sorriso se tornou maior, o empurrei dando um soco
em seu ombro.
Ele riu se levantando me puxando para
seus braços me dando um beijo barulhento, ri empurrando seus ombros, seus olhos
verdes brilhavam com alegria, tão bonito.
– Sinto muito amor, é só meu lado homem
das cavernas. – me deu outro beijo rápido, ri passando os braços por seu
pescoço.
– Eu gosto do seu lado homem das
cavernas.
– Isso é bom, sei que vou ter muitos
momentos assim. – piscou saltando da cama me puxando com ele. – E já que você
está um pouco incomodada o que você acha de um passeio?
– Onde você quer ir?
– Não sei, cinema, há algum tempo que
não vou a um.
– Você perdeu muitas coisas né? –
murmurei e ele arqueou uma sobrancelha.
– Como assim?
– Sabe, pizza, chocolate, cinema, entre
outras coisas.
– Acho que sim, mas dá pra sobreviver –
ele deu de ombros, não parecendo se importar muito.
– Tem certeza? – ele riu me puxando
para seus braços.
– Sim, a única coisa que me faz
realmente falta é a minha garota, o resto eu posso viver sem.
– Você diz as coisas mais doces.
– Só digo o que está em meu coração. –
era possível morrer de fofura, Edward era muito fofo, apertei suas bochechas
fazendo seus lábios fazerem um bico e o beijei, Edward riu.
– Eu te amo. – seus olhos suavizaram e
ele me apertou em seus braços.
– Também te amo, amor. Agora vá se
trocar. – me deu mais um beijo rápido e com um tapa na bunda me mandou para o
banheiro.
Rindo corri para o banheiro fazendo
minha higiene matinal, voltei para o quarto, peguei algumas roupas quentes
sorrindo o tempo todo, enquanto me vestia, era impossível parar de sorrir desde
que Edward chegou, sabia que quando ele partisse eu choraria o tempo todo, mas
era só seu segundo dia comigo, eu precisa me concentrar nisso, e pensar na hora
dele ir, quando a hora chegasse.
Seus braços me rodearam por trás me
apertando contra seu corpo, recostei contra ele suspirando, seus lábios roçaram
meu pescoço em seguida apoiando a cabeça no meu ombro.
– Pronta para ir?
– Você já está pronto? – ele me virou
para ele, beijando meus lábios rapidamente.
– Só preciso usar o banheiro rapidinho.
– assenti, indo para a sala enquanto ele ia para o banheiro, peguei meu celular
verificando minhas mensagens, ri ao ler as de Emmett.
De: Emmett
Para: Swan
Soube que seu soldado
chegou, você está dispensada do trabalho pela semana, mas quero a sua bunda
preguiçosa aqui na segunda a tarde, sem desculpas ;).
Sorri vendo as mensagens de Alice e
Jasper, e claro Rosie. Todos me desejando uma boa semana e querendo conhecer
Edward quando ele estivesse pronto para conhecê-los formalmente.
– Algo engraçado? – Edward sentou ao
meu lado me puxando para seus braços.
– Meus amigos, estão todos ansiosos
para conhecê-lo.
– Estou ansioso para conhecê-los
também. Acha... acha que eles gostarão de mim? – rolei os olhos, quem não
gostaria dele, rastejei para seu colo o abraçando pelo pescoço.
– Eles vão amá-lo.
– É?
– Com certeza. – sua boca se apossou da
minha me beijando forte, gemi agarrando seus cabelos torcendo os fios da nuca
entre os dedos, as mãos dele já indo até a minha bunda.
– Edward... – gemi afastando a boca da
dele, sua ereção pulsava entre nós, e queria tanto ter ele em mim.
– Desculpe. – ele gemeu enterrando o
rosto em meu pescoço, ri acariciando seu cabelo.
– Tudo bem, mas é melhor pararmos, eu
estou realmente dolorida. – ele assentiu e ficamos de pé me puxando com ele.
– Eu sinto muito Bella, é só difícil
não tocar em você.
– Você pode me tocar, só controle seu
amiguinho.
– Amiguinho? – ele arqueou uma sobrancelha,
e o empurrei rindo.
– Amigão então se você preferir.
– Eu com certeza prefiro. –murmurou
movendo as sobrancelhas e ri, o ignorei, ele era um bobo, adorei isso nele.
Tomamos um café da manhã rápido, e
fomos para fora, ele pegou minha mão entrelaçando nossos dedos, me fazendo
sorrir. Tranquei a porta e saímos de mãos dadas, eu queria levá-lo a tantos
lugares, que nem sabia por onde começar.
– Então cinema? – ele perguntou e sorri
abraçando seu braço.
Bem era melhor começarmos por lugares
que ele queria ir.
Era isso, hora de
aproveitar as férias.
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