Beta: Leh Cullen
Shipper: Edward & Bella
Gênero: Romance
Classificação: +18
Sinopse: Bella se muda pra esse ótimo apartamento, é ótimo ter seu lugar e sua independência, mas sua vida muda ao receber a carta de um estranho. A carta não é destinada a ela, mas ela se conecta com esse estranho como se eles pertencessem juntos.
Notas da história
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, ah as possibilidades...
Obs. Essa fanfics só saiu com a grandeeee ajuda da Lily Gomes, que me ajudou muito com os fatos sobre os soldados americanos.
Obs. Fic 100% Beward
Obs. Pov. Bella
Obs. E nasce o soldadoward
Capítulo 18.
Era isso, minha casa é ponto de
encontro de soldados.
– Bella não posso comer mais nada. –
Emmett resmungou batendo na barriga. – Mas pra não fazer desfeita, eu aceito. –
piscou e ri.
– Guardou meu pedaço Sra. Masen? –
Edward perguntou com um sorriso malicioso, mas assim que as palavras saíram da
sua boca, eu e ele arregalamos os olhos.
Edward olhou para seu pai que estava
com a boca aberta, e eu olhei para Rosie seus olhos estavam arregalados. Todos
estavam em silêncio nos encarando.
– Sra. Masen? – ela
finalmente falou e sorri um pouquinho mostrando a aliança dourada que Edward
havia me levado para comprar assim que saímos do cartório.
– Vocês se casaram? – Sr. Masen
sussurrou.
– Sim. – Edward falou firmemente
encarando seu pai, eu ainda olhava Rosie que encarava meu anel.
Quando ela voltou os olhos pra mim,
tinha lagrimas nos olhos.
– Você se casou?
– Casei. – ela suspirou e me puxou para
um abraço apertado.
– Isso é tão romântico. – ri a
abraçando, mas ela me afastou me olhando feio, mas ainda podia ver a alegria em
seus olhos.
– Estou brava com você.
– O que eu fiz?
– Se casou e não me convidou? – mordi o
lábio dando de ombros.
– Foi uma coisa meio de momento, eu
sinto muito. Mas quando Edward voltar podemos ter um casamento na igreja. –
olhei para Edward que sorriu assentindo, me voltei para Rosie, ela sorria
abertamente.
– Sim, um bem bonito. Mas por que não
nos contou? – dessa vez eu olhei feio para Edward.
– Nós iríamos contar no final da noite.
Mas alguém tem a língua solta. – ele rolou os olhos.
– Não seja assim Sra. Masen. – acabei
sorrindo, assim como ele me adorava chamar de Sra. Masen, eu adorava ser
chamada assim.
– Edward... – seu pai chamou sua
atenção e Edward o olhou cautelosamente.
– Vai me dar um sermão... – Sr. Masen
negou o interrompendo.
– Não filho, mas eu gostaria de te dar
um abraço. – Edward pareceu muito surpreso, mas assentiu aceitando o abraço do
pai. – Parabéns filho, é um homem de sorte por ter uma esposa tão adorável.
– Obrigada pai.
– Hey esse momento ta lindo e tals, mas
e a torta Sra. Masen?
– Emmett você não disse que estava
cheio? – ele bufou.
– Bella, há sempre espaço para
sobremesa. Mesmo que eu precise ser arrastado daqui. – piscou, todos riram
descontraindo o clima meio de surpresa que estava antes.
Lancei um olhar agradecido a Emmett,
lhe servi um pedaço generoso de torta que ele quase babou nela.
Com a ajuda de Rosie servi torta a
todos, voltei para o colo de Edward e comemos enquanto conversávamos. Passamos
o resto da noite contando sobre como foi o natal de cada um, e quando deu meia
noite, ganhei um grande beijo do meu marido.
– Feliz ano novo amor. – segurei seu
rosto dando um beijo rápido nele.
– O melhor ano novo de todos.
– Ainda teremos muitos para comemorar.
– Eu sei. – ele me apertou em seus
braços e suspirei enterrando o rosto em seu pescoço.
Olhei para meus amigos que trocavam
beijos, me voltei para Sr. Masen que olhava um pouco triste para os casais, sai
do colo de Edward, me sentando ao lado de seu pai pegando sua mão.
– Feliz ano novo, Anthony. – ele sorriu
apertando minha mão.
– Feliz ano novo filha, obrigada por me
convidar.
–Somos família agora. – seus olhos
brilharam com lágrimas não derramadas.
– Somos não é. Bem vinda à família. –
me abraçou com força, o abracei de volta.
Quando nos afastamos ele sorriu e se
afastou indo desejar felicidades aos outros fiz o mesmo abraçando meus amigos,
Edward pegou uma garrafa de champanhe que havíamos comprado e estourou para
nós.
Olhei para meus amigos sentindo meu
coração se encher de alegria, eu nunca havia me sentido tão em casa, não era
como estar com minha mãe, com minha mãe era como andar com uma colega, uma
parceira de viagens. Mas com essas pessoas, eu me sentia, irmã, filha, amiga e
claro esposa. Com essas pessoas que não tenho nenhum laço de sangue eu me
sentia mais parte de uma família, do que já senti com minha mãe.
Suspirei tristemente, mas afastei o
gosto amargo que veio com esse pensamento. O próximo ano seria difícil, eu
sabia que ia chorar muito, que ia odiar o exercito, que vou ser um pé no saco
para meus amigos, mas eu sei que não importaria por que eu estaria com minha
família.
– Bella? – Edward sussurrou me puxando
para seus braços, suspirei o abraçando de volta. – Está tudo bem amor? – ergui
o rosto para olhá-lo, levei a mão a sua bochecha e sorri.
– Sim, só pensando.
– Em que?
– No próximo ano.
– Mal começamos esse.
– Sim, mas no próximo você será só meu.
– Ah eu gosto desse pensamento então. –
ele pegou minha mão que estava em seu rosto levando aos lábios.
– Quando você vai?
– Dia 16.
– Oh...
– Bella, - ele pegou meu rosto entre as
mãos, encostando a testa na minha. – Amor escute, vai ser só um ano, e vai
passar voando, vamos ter as cartas, e vou ligar pra você.
– Eu sei, mas meu coração aperta sempre
que penso que você tem que ir.
– Odeio te deixar Bella. Mas eu
preciso, eu me comprometi, queria tanto poder... – neguei beijando seus lábios,
ele me beijou de volta enroscando sua língua na minha me abraçando com força.
Quando nos afastamos, eu sorri enfiando
meus dedos em seu cabelo macio.
– Eu sei Edward, sei o que você sente,
sei que se pudesse nunca me deixaria, eu entendo amor, só estou sendo chorona.
– Não seja amor, eu vou voltar pra você.
– Sei que vai. – ele beijou minha testa
me abraçando em seguida, olhei para os outros e ri ao vê-los fingindo que não
estavam nos olhando.
Dei um ultimo abraço apertado em Edward
e o puxei para que voltássemos a nossa pequena festa. Eu sabia que o próximo
ano seria difícil, mas Edward voltaria e depois nunca mais iria me deixar.
[...]
Os próximos dias passaram voando,
Edward e eu nos isolamos para aproveitar cada minuto que tínhamos juntos. Ou
saímos para passear, indo ao museu, ou ao teatro, as vezes fazendo piquenique
no central Park, mas a maior parte do tempo era gasto em casa, nus é claro.
– Você tem dedinhos tão bonitinhos. –
Edward segurou os dedos do meu pé que estava sobre seu colo e ri.
– São dedos normais.
– Não, são pequenos e fofos dedinhos. –
tentei chutá-lo rindo, mas ele agarrou meu pé, em seguida a minha perna me
puxando, ri mais quando cai na cama, Edward ficou sobre mim sorrindo
brilhantemente.
– Edward...
– Você é toda linda.
– É?
– Com certeza, seus olhos, seu
narizinho arrebitado, a boca mais linda do mundo. – esmagou seus lábios nos
meus, gemi agarrando seu cabelo com força me esfregando nele, seu pau duro
novamente entre minhas coxas.
– Edward... – gemi em sua boca, ele
afastou os lábios enterrando o rosto entre meus seios.
– Porra eu quero você de novo.
– Sou sua. – arfei quando a ponta do
seu pau esfregou contra meu clitóris, me deixando em chamas.
– Sim, só minha. – ele grunhiu
agarrando minha coxa a colocando sobre seu quadril empurrando seu pau de uma
vez em mim.
Gritei quando ele se afundou em mim,
seu pau pulsando em minha entrada, como gostávamos de brincar, devastando a
terra prometida.
Levei a outra perna, o abraçando com
braços e pernas, conforme ele se afundava em mim, gemíamos alto, nossas
respirações ofegantes enquanto fazíamos amor, a boca de Edward ainda estava
entre meus seios, dando beijos e lambidas. Ele moveu os lábios para o bico
enrugado o sugando, gritei arranhando suas costas.
– Porra sim. – ele gemeu indo pro outro
mamilo.
Rebolei de baixo dele, gemendo enquanto
descia as mãos por seu corpo até sua bunda e a agarrando, ele riu contra meu
seio, parando de se mover para me encarar, mordi o lábio com um pequeno sorriso
apertando mais sua bunda.
– Hmmm, me fode meu soldado. – ele
rosnou me beijando com força, voltando a empurrar seu pau com força e rapidez.
Gritei agarrando mais forte sua bunda,
me deleitando com suas investidas, meu corpo já tremia em baixo do seu e minha
entrada parecia dar choques, Edward afastou a boca da minha levando uma das
mãos entre nós esfregando meu clitóris, meu corpo sacudiu com a força do meu
orgasmo, minha boceta mordiscando seu pau com força.
– Edward... – gritei seu nome sentindo
seu gozo jorrando em mim, e o abracei com mais força.
Ele enterrou o rosto entre meus seios
respirando com força. Subi as mãos por seu corpo, indo até seu cabelo, fiquei
passando os dedos entre os fios preguiçosamente. Ele ronronou, que bonitinho.
– Você parece um gatinho. – Edward
ergueu a cabeça com um sorriso tão bonito que fez meu coração disparar.
– Um gatinho?
– Sim, um gatinho fofo. – ele começou a
rir e nos virou me colocando por cima, sorri passando as mãos por seu peito.
Ah essa tatuagem.
– Por que você fez essa tatuagem?
– Você não vai querer saber, pode até
começar a odiar a tatuagem.
– Impossível odiar essa tatuagem. – ele
riu segurando minhas mãos que não paravam de tocar a tatuagem, para chamar a
minha atenção, sorrindo olhei pra ele. – Ok, por que você fez a tatuagem?
– Para irritar o meu pai. – ele parecia
tão serio, e só me fez sorrir.
– Oh meu Deus, você é um garoto mal. –
ele riu.
– Bella.
– O que, eu sempre tive uma quedinha
por bad boys. Isso é sexy. – ele somente ria.
– Você incrível. – deitei sobre seu
peito apoiando meu rosto em minhas mãos.
– Você que é, e eu adoro mais a
tatuagem agora.
– Bom.
– Sabe eu podia fazer uma também. – ele
arqueou uma sobrancelha.
– Uma o que? – me sentei sobre ele.
– Uma tatuagem ué. – ele sorriu.
– Hmmm, você quer ser uma menina má?
– Sim, eu quero. Então onde eu deveria
fazer uma tatuagem? – ele ergueu as mãos passando os dedos no topo do meu seio
direito.
– Aqui, seria muito quente. Mas para
fazer uma tatuagem aqui, o tatuador iria ver seu seio, e isso esta fora de
cogitação. – rindo peguei suas mãos e levei a minha bunda.
– E aqui?
– Porra eu ficaria louco, mas o mesmo,
só eu posso ver essas partes do seu corpo glorioso.
– Você é bem ciumento em.
– Muito. Você é só minha.
– E aqui. – toquei o osso do meu
quadril e ele tocou no lugar sorrindo.
– Acho que aqui tudo bem.
– E o que eu deveria fazer? Um coração?
Uma borboleta? Uma flor? – eu não conseguia parar de tocar a tatuagem seu
peito, passando os dedos pelas linhas da sua tatuagem.
– Você ficaria sexy com qualquer uma
dessas.
– E que tal seu nome. – ele engoliu em
seco.
– Meu nome?
– É sabe, algo como garota do Masen.
– Porra seria quente.
– Ok vamos fazer amanhã.
– O que?
– Você acha que eu estou brincando?
– Eu achei... você realmente quer fazer
isso?
– Eu quero. Você disse que seria
quente.
– Muito, muito quente.
Já estava me esfregando sobre ele
quando a campainha tocou.
– Acho que deve ser a Rosie, veio ver
se estamos vivos.
– Então ignore.
– Não, ela pode ter trazido Emmett, e
se ele arrombar a porta. Eu gosto da minha porta.
– Ok vá lá, mas coloque uma roupa.
– Não, eu vou pelada. Claro que vou
colocar uma roupa seu bobo.
Peguei a cueca de Edward que estava no
chão mostrando pra ele e rindo a vesti, ele colocou os braços atrás da cabeça
me encarando enquanto eu colocava sua camisa.
– Você está linda.
– Claro. – corri para a porta, Rosie já
estava socando a porta.
– Jesus Rosie q... – resmunguei abrindo
a porta, mas antes que eu falasse mais parei ao ver um homem na minha porta.
Um homem usando uniforme de soldado e
carregando uma grande mochila e sorrindo muito estava na minha porta, inclinei
a cabeça o olhando com curiosidade, eu o conhecia?
– Porra mulher, espero que essas roupas
sejam do Masen, ou eu vou ter que expulsar o verme que está roubando a garota
do meu amigo.
– MITCHELL! – gritei e ele sorriu mais
ainda.
– Em carne e osso amor.
Era isso, minha casa é ponto de
encontro de soldados.

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