7.1.14

Adaptação: A Esposa Virgem Prólogo



A Esposa Virgem

Obs: Aviso legal
       Alguns dos personagens encontrados nesta história e ou universo em que se passa, não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual, sendo vedada a utilização por outros autores sem minha prévia autorização. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora:


Prólogo


Ele queria vingança!
Ela ansiava por paixão!
De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfanje não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.
(William Shakespeare)


Bretanha, Idade media

Isabella Swan ficou despontada com o desinteresse de Edward Cullen em fazer-lhe companhia no leito nupcial....

É que Edward obrigado a casar, por ordem do rei, com a sobrinha de seu maior inimigo, jurara vingar-se fazendo-a sofrer.

Mas Isabella sabia como conquistar o coração do marido de uma maneira que ele jamais imaginara! 


Tentativas vãs de descrever
 O que me calou.
Me roubou palavras e chão e ar
Me roubou de mim
E a dor some no vazio
Que o seu beijo preencheu
Da flor somem os espinhos
É assim o mundo que você me deu
Não há
Sensação melhor não há
Sinto estar
Perdida e salva
Tentativas vãs de libertar
O sentido maior
Que as palavras prenderam quando eu
Disse “amo você”
E a dor some no vazio
Que o seu beijo preencheu
Da flor somem os espinhos
É assim o mundo que você me deu
Não há
Sensação melhor não há
Sinto estar
Perdida e salva
Em lugar de mil palavras
Deixa o instinto se exercer
Deixa o íntimo silêncio percorrer só...
Apesar de ser tão claro
Não consigo entender
E apesar de ser tão imenso
Cabe em mim o mundo que você me deu
Não há
Sensação melhor não há
Sinto estar
Perdida e salva 
(Manuscrito – Sandy) 


Em algum lugar da Terra Santa.

__ Maldito Cullen será que não morre nunca!

Uma voz conhecida soava na cabeça de Edward e junto com ela um rosto mais conhecido ainda enquanto a escuridão o dominava. Foi assim nos meses e anos que se passaram. Até voltar para casa.

Cinco anos depois

O castelo de MacCarty estava sendo invadido e o grande cavaleiro vermelho estava cercado e a qualquer momento perderia o sua propriedade assim como a de sua esposa que era o verdadeiro motivo por trás da invasão. Mas Emmett sabia que se perdesse não seria apenas sua propriedade que perderia mais sim sua vida, esposa e filha.

Enquanto os aldeões eram mortos por soldados experientes ele lutava com seu vil vizinho Caius Swan. Emmett era mais forte e habilidoso mais o homens de Swan estavam em maior número.


Apesar de Swan demonstrar cansaço Emmett já podia ouvir os passos dos soldados próximos a eles ele precisava acabar logo com isso com um golpe certeiro atingiu Swan que caiu agonizando nesse exato momento os seus homens aparecem e cercam Emmett que e dominado apesar de suas habilidades. Sua esposa e filhas são trazidas a sua presença e quando iam ser mortos brutalmente um fantasma surgi para lhes ajudar aquele que todos julgaram esta mordo havia retornado dos mortos e o seu olha transbordava ódio e desejo de sangue.

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