28.2.14

Adaptação: A Esposa Virgem - Capítulo Dez


A Esposa Virgem

Obs: Aviso legal
       Alguns dos personagens encontrados nesta história e ou universo em que se passa, não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual, sendo vedada a utilização por outros autores sem minha prévia autorização. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora:
Essa fanfic é junção de duas História os personagens da Saga Twilight e a história de Deboha Simons A Esposa Virgem Título Original: Maiden Bride (1996) que dá titulo a fanfic de mesmo nome.

Capítulo Dez
“Edward X Emmett”


O Amor … Divino
Então a tempestade caiu sobre mim
E eu senti que meu espírito se quebrou
Como pode ver, eu perdi toda minha crença
E me dei conta do meu erro
Mas o tempo esclareceu tudo para mim
E tudo ao meu redor ficou imóvel


Eu preciso de amor, o amor é divino
Por favor me perdoe agora eu vejo que estava cego
Me dê amor, amor é o que eu preciso para me ajudar a descobrir meu nome


Através da tempestade veio o século
E senti meu espírito voar
Encontrei toda minha realidade
E me dei conta de quanto isso custou 
Eu preciso de amor, o amor é divino
Por favor me perdoe agora eu vejo que estava cego
Me dê amor, amor é o que eu preciso para me ajudar a descobrir meu nome

Com ar amuado, Edward fixou o olhar na caneca de cerveja. Imaginava se o sol do deserto havia lhe queimado todos os traços de civilidade pois ressentia-se de ter de hospedar a irmã e o cunhado.

Nessa manhã, levantara-se mais cedo a fim de sair e não se encontrar com eles. Mas Emmett já estava de pé e o tinha convencido a cavalgar pela propriedade. Que tipo de homem era aquele para ter desistido de Cullen sem protestar? Indagou-se.

O Cavaleiro Vermelho, depois do casamento com Rosalie, havia morado ali por um bom tempo. Mas quando Edward retornara, ele tinha decidido mudar. Alegava preferir seu velho castelo àquele mais novo e luxuoso. O que havia de errado com o homem? E com Rosalie?

Deviam ser loucos. Todavia agora, começava a imaginar se não havia algo errado consigo mesmo. Embora apreciasse a beleza e a riqueza de sua propriedade, Edward nunca sentira apego por ela como Emmett e Rosalie por MacCarty. Aliás, ele nunca se importara com nada exceto com a vingança. Mesmo esta começava a esvaecer apesar de se agarrar a ela como se fosse à única coisa capaz de mantê-lo vivo.

O estômago de Edward doía e ele mexeu-se na cadeira A irritação crescia. A troco de que essa visita repentina? Embora tivesse ido a MacCarty algumas vezes sem avisar, não esperava receber o mesmo tratamento da irmã e do cunhado. A situação era diferente, pois eles tinham de trazer a criança. Surpreendente como Isabella se apegara a ela depressa.

Ao pensar na mulher, a dor de estômago aumentou. Ela agora o atacava com renovado vigor, enquanto a aflição em outra parte de sua anatomia piorava. Estava excitado desde a véspera, à noite, quando Isabella se oferecera a ele.

Ao vê-la apenas com a camisa e as pernas abertas, o tempo havia parado para ele. Edward tinha consciência dos próprios limites. Se a mulher levantasse mais a peça fina, ele estaria perdido. Por isso, havia lhe atirado algumas mentiras e ido embora. Fugira da esposa. A lembrança do fato só lhe aumentava o mau humor.

— Eu gostaria de tomar um banho esta tarde — disse Emmett.

Edward levantou a cabeça e encarou o cunhado com ar exasperado. Isso, como tudo o mais, não teve efeito no Cavaleiro Vermelho. Enquanto continuava a fitá-lo, Emmett reclinou-se para trás e levantou a caneca de cerveja.

— Talvez sua esposa...

— Minha mulher só cuida de mim — Edward apanhou-se gritando, mas baixou a voz. — Peça a Rosalie para lhe dar banho.

A atitude ameaçadora não ofendeu o hóspede, que cometeu a audácia de sorrir.

— Qual é a graça? — Edward indagou, sentindo-se, de repente, com vontade de brigar.

O latejar persistente nas virilhas o tornava irascível e a maneira com que fugira de Isabella o deixava com a sensação de covardia. Precisava provar ser seu próprio senhor. A melhor maneira seria numa luta.

— A graça é vê-lo, finalmente, com vida e com algo alem de ódio — respondeu Emmett.

— Você só fala tolices.

— Não. Notei como sua mulher não é velha e nem uma freira desbotada. Isabella é uma mulher vibrante, jovem e linda o suficiente para afastar a idéia de vingança da cabeça de qualquer homem — Emmettt afirmou, continuando a sorrir.

— Você acha que eu não a odeio? — indagou Edward furioso, pois a seta tinha chegado bem perto do alvo.

O sorriso de Emmett desapareceu.

— Você seria um tolo se o fizesse.

— Com que facilidade você me injuria! A expressão de Emmett tornou-se sombria.

— Acorde antes que seja tarde, Edward. Está na hora de você abandonar essa rixa. Constitua família e boa vida para si mesmo, homem! Você possui uma preciosidade. Uma esposa adorável que poderá lhe dar muitos filhos.

— Pois não quero nada com aquela mulher a não ser me vingar! — resmungou Edward, embora a afirmativa começasse a lhe soar falsa.

Emmett, entretanto, não percebeu. Furioso, bateu com a caneca na mesa.

— Se você não fosse irmão de Rosalie, eu iria me sentir tentado a enfiar um pouco de bom senso nessa sua cabeça dura.

— Por que deixar que isso o impeça? — desafiou Edward ao levantar-se. — Em minha opinião, um homem deve proteger a família e não dividi-la com briguinhas bobas, como um tolo jovem inexperiente.

Há muito tempo ninguém o acusava de infantilidade e o insulto subentendido fez Edward explodir. Com um grito de raiva, atirou-se sobre Emmett. Bancos caíram no chão e criados, assustados, fugiram do salão.

Embora mais alto e corpulento, Emmett era também mais velho. Por seu lado, Edward tinha aprendido alguns golpes no leste, o que o tornava um oponente à altura do cunhado. Dirigiu-lhe um murro no nariz, mas Emmett abaixou-se a tempo. Com um urro formidável, ele atirou Edward longe.

Rolando pela palha, este mal teve tempo de respirar antes que o Cavaleiro Vermelho se jogasse sobre ele. Ignorando os gritos vindos das laterais, lutou com a ferocidade da própria frustração com Emmett, Isabella e a vingança que ainda não saboreara. Ouviu um gemido e sentiu a satisfação de haver arrancado sangue. No instante seguinte, batia com a cabeça no ladrilho.

Rosalie observou a velha criada entrar no quarto. Se alguém soubesse da situação entre Edward e a mulher, seria Esme. Embora tivesse sido difícil afastá-la do quarto de Alice, Rosalie conseguira. Queria conversar com ela a sós. A criança tinha ficado com a babá e com uma Isabella de olhar triste.

De manhã, Rosalie tinha notado a mudança na cunhada. A mulher, tão vibrante na véspera, mostrava-se reprimida. Ela não fazia idéia do que tinha acontecido depois de Edward a arrastar para o quarto, mas obviamente, algo ocorrera para ofuscar-lhe a vivacidade.

— O que você me conta sobre Edward e a mulher? — foi logo indagando e desanimou ao ouvir o suspiro de Esme.

— Eles têm um arranjo muito estranho. Ela dorme num colchão no chão e Edward, pelo jeito, ainda não consumou o casamento. Ora, isso não faz sentido.

Embora chocada, Rosalie desconfiou que o irmão agia dessa forma para manter a paz de espírito. Como um homem poderia satisfazer a necessidade de vingança e, ao mesmo tempo, manter intimidade com a mulher? Nem Edward podia ter um coração tão duro.

— Ele a machucou?

— Não, claro! Jamais vi um Cullen levantar a mão para uma mulher — declarou Esme sem esconder a indignação.

Nesse instante, a porta abriu-se e Isabella entrou apressada. Sua respiração estava ofegante e o rosto, vermelho.

— O que foi? — indagou Rosalie, levantando-se.

— Eles estão brigando lá embaixo.

— Quem?

— Edward e seu marido.

Esme saiu correndo, seguida pelas outras duas. Embora não houvesse afeto entre Emmett e o irmão, Rosalie não podia imaginar os dois chegando a ponto de lutar. O marido tinha um respeito profundo pela família, o que tornava a idéia absurda. Mas mesmo antes de alcançar o salão, ela reconheceu-lhe os urros.

— 0 que será isso? — Isabella perguntou.

— É Emmett. Ele explodiu. O que Edward terá feito para provocá-lo?

— Difícil dizer. Seu irmão é muito bom em provocações — respondeu Isabella.

Mal podendo acreditar no que via, Rosalie parou no último degrau da escada. Edward e Emmett rolavam pelo chão como dois rapazinhos camponeses e mal-educados.

Consternada, ela os deixaria continuar brigando se não fosse por sinais de sangue. Alguém já estava ferido.

— Emmett! Edward! Parem já! — gritou, mas eles ignoraram.

— Esse diabo vermelho vai matar lorde Edward –choramingou Esme.

Enquanto a criada se lamentava e Rosalie, impotente observava a cena, Isabella apareceu com um balde de água em cada mão. Sem dar atenção ao perigo que corria aproximou-se dos dois e, levantando o braço, jogou o conteúdo dos baldes neles.

A briga parou imediatamente. Furiosos, os combatentes levantaram-se, tossindo e cuspindo. Estavam ambos encharcados e cobertos por pedaços de palha do chão. Emmett sacudiu a cabeça, esborrifando água em volta. De sua boca corria um fio de sangue. O mesmo acontecia do nariz de Edward.

— Vocês dois são uma vergonha — declarou Rosalie, revoltada.

Pela primeira vez na vida, estava preparada para repreender o irmão, mas ele desviou o olhar. Virando-se para Emmett em busca de uma explicação, ela só viu a raiva mal contida. Sentiu o coração pesado. Sem duvida, a luta não tinha acalmado o marido. — Partimos dentro de uma hora — avisou Emmett. Conhecendo-lhe a raiva tão bem quanto à paixão, ela não ousou discutir. Sua esperança de interferir nas intenções vingativas do irmão fora em vão. Olhou para a mulher alta e de cabelos vermelhos que mantinha uma atitude de desafio. Rosalie suspirou.

Mais uma vez, a mulher de Edward ficaria por conta própria.
Esme foi buscar umas roupas de Alice e Isabella respirou aliviada, graças à volta do silêncio no quarto de Rosalie. Por mais que gostasse da velha criada, seu choro já a estava irritando.

Lagrimas jamais mudavam alguma coisa, ela sabia e, certamente, não desfariam a última loucura de Edward, cometida ao brigar com o cunhado. A história já tinha se espalhado pelo castelo e os criados dirigiam olhares sombrios a seu senhor. Por já ter tomado conta de Cullen, Emmett gozava do apreço de todos. Ninguém queria vê-lo pelas costas e, muito menos, a Rosalie.

Isabella também sentia-se triste, pois simpatizara muito com a moça loira e o marido. Eles estavam de partida, anulando a possibilidade de se estabelecer uma amizade sólida. Mas o pior de tudo para isabella, era a saudade que sentiria de Alice.

A admissão do fato aumentou o peso em seu coração, que, desde a noite da véspera, a afligia. Afinal, a criança era o primeiro ser humano a quem abraçara em muitos anos. Quando voltaria a fazê-lo?

Nunca, pois não teria filhos. Ele havia deixado isso claro. Isabella nem podia pensar no nome dele. Não tinha ânimo para enfrentar-lhe os planos maldosos tais como escravidão. Sua tristeza fora provocada pela perda do sonho e da esperança de constituir família.

A intenção dele era atormentá-la. O beijo no salão, o outro no quarto e os olhares de mal controlada paixão não passavam de um jogo, outra faceta da vingança.

Deveria estar aliviada por ter lhe descoberto as intenções, refletiu Isabella. Não mais sofreria com as insinuações dele de possuí-la na cama. Mas sentia-se diminuída, inferiorizada.

— Gostaria muito se você fosse nos visitar em MacCarty. Não é um castelo tão bonito e rico como Cullen, mas eu me apeguei muito a ele — disse Rosalie despertando-lhe a atenção.

Se não fosse indelicado, Isabella teria rido. O marido jamais permitiria que fizesse uma viagem de passeio. Com olhar triste, afirmou:

— Pois eu gostaria que vocês ficassem mais tempo aqui.

— Eu também. Embora seja um homem bom, Emmett é muito teimoso e temperamental. Ele não mudará de idéia — confessou Rosalie.

— Não consigo encontrar nada agradável na personalidade de Edward — queixou-se Isabellla.
— É mesmo? Até ontem, eu nunca o tinha ouvido gritar. Isabella fitou-a com ar incrédulo.

— Ele costuma ter acessos de raiva e gritar como um louco.

— Se você afirma isso, deve ser verdade, mas custo a acreditar. Pensando bem, nunca o imaginei rolando no chão, numa briga, como um desclassificado qualquer. Nem tudo é culpa dele. Rosalie sentou-se num banco perto da lareira e fez um gesto para Isabella acompanhá-la.

— Eu esperava ter várias oportunidades de conversar com você durante minha estadia aqui. Como isso não vai ser possível, vou lhe contar certos fatos que talvez expliquem o comportamento de Edward.

Curiosa, Isabella  sentou-se a seu lado.

— Embora meu irmão nunca fosse afetuoso como Emmett, ele é um homem bom. Jovem, forte e esperançoso, partiu para lutar na Terra Santa. Quando tivemos a notícia de sua morte, sofremos muito, especialmente meu pai.

Uma sombra toldou-lhe o olhar, mas Rosalie prosseguiu:

— Mais tarde, ficamos sabendo que ele fora ferido durante uma batalha. Impossibilitado de se locomover, ficou a espera de socorro. Com a chegada de nosso vizinho, o barão de Swan, Edward pensou que o sofrimento acabaria logo. Mas em vez de ajudá-lo, Swan o levou para trás de umas moitas e o largou lá para morrer.

Um desânimo profundo dominou Isabella. Apesar de Esme ter lhe contado a história, ela a poupara dos detalhes. Agora entendo por que ele me despreza! Isabella sentiu o último resquício de esperança desaparecer.

— Só sei o que Edward contou a Emmett. Uma camponesa o encontrou e cuidou dele até que se restabelecesse. Então, ele organizou a vida, ganhou dinheiro e juntou um grupo de homens para acompanhá-lo para cá. Mas antes de partir da Terra Santa, recebeu a notícia da morte de nosso pai. Foi então que Swan atacou Cullen. Edward chegou a tempo de salvar a propriedade, mas Swan fugiu, indo parar em MacCarty, onde Emmett o matou.

Isabella sentiu um arrepio. Essas histórias de guerra e mortes não faziam parte de sua experiência.

— Desde o momento em que Swan o traiu, meu irmão passou a viver com um único objetivo, o da vingança. Ao perder a oportunidade de exercê-la, ele tornou-se vazio, indiferente. Só quando soube de sua existência, Isabella, recobrou ânimo, mas novamente, movido pelo ódio.

Isabella empalideceu e Rosalie tomou-lhe a mão.

— Não contei isso para desanimá-la e sim para encorajá-la. Ao ouvir falar de seu casamento, temi pelo pior. Entretanto, o que vi aqui me deixou esperançosa. Meu irmão mudou muito e você é a responsável por isso. Qual é o seu plano?

— Como assim? — balbuciou Isabella, perplexa.

— Naturalmente, você deve ter algo em mente — respondeu Rosalie.

Isabella a fitou com olhar vazio, pois esperava apenas sobreviver à vingança de Edward. Tinha considerado e descartado a idéia de pedir auxílio ao Jacob e também à tentativa de seduzir o marido falhara.

— Seja lá o que você está fazendo, vem dando certo. Se existe alguém capaz de transformar Edward é você, Isabella. Você conseguirá. Por favor, ajude-o.

Isabella ficou consternada com o pedido. Ajudar Edward? A idéia era ridícula. Embora muitas vezes se sentisse enfraquecer em relação a ele. Jamais lhe cederia à tirania.

Quando tentara ajudá-lo, ele a tinha acusado de querer envenená-lo. Além do mais, não estaria se despedindo da cunhada simpática se não fosse pelo marido irascível.

— Sinto muito, mas acho que não posso fazer nada — respondeu numa voz trêmula.

Da janela, Isabella continuou olhando para a estrada até muito depois de Rosalie e Emmett desaparecerem na distância. Não se mexeu nem quando Esme veio lhe trazer um copo de vinho quente.

— Anime-se, lady Isabella. A senhora não costuma se lamentar.

Isabella não respondeu.

— Pelo menos, desça e vá ver seu marido. Ele está machucado e requer cuidados. Bateu com a cabeça nos ladrilhos e deve estar sentindo muita dor. Precisa da senhora. Não pode lhe preparar alguma poção?

Isabella apenas se surpreendia com fato de a cabeça dura do marido não ter quebrado o ladrilho. E mesmo se não estivesse proibida de preparar remédios, seria inútil providenciar um para o marido. Ele não o aceitaria. Com o olhar perdido na paisagem, continuou em silêncio.

— Também estou muito triste por ver minha Rosálie ir embora, mas não foi por culpa de lorde Edward. O diabo vermelho, com quem ela se casou, é famoso por suas explosões pavorosas. Foi ele quem levou a mulher embora. Meu senhor não os expulsou daqui — argumentou Esme.

Isabella teve de morder a língua para não discutir a responsabilidade de Edward na questão. A criada o desculparia até de assassinato.

—A senhora precisa, ao menos, descer para jantar. Caso contrário, lorde Edward ficara aborrecido. Ele já está de mau humor e se a senhora não fizer o que ele quer...

Isabella virou-se depressa e surpreendeu o ar de esperteza da criada.

— Você está querendo me instigar, Esme! Não vai dar certo. Não vou descer.

— E o que digo a ele?

— Ora, você o considera um exemplo de perfeição, não é? — perguntou Isabella, mas arrependeu-se.

A pobre criada também estava triste e esforçava-se para agir da melhor maneira possível. Além do peso no coração, sentiu raiva. O marido não pensava em ninguém exceto em si mesmo? Ele deixava todo mundo ao redor infeliz, desde a irmã até o criado mais humilde. Que fosse para o inferno!

— Não quero jantar. Diga a meu marido que não estou bem. Não precisa me trazer nada, pois vou me deitar logo.

E nessa noite, não tardaria a dormir, pensou Isabella. Não sentia mais medo. Depois do ocorrido na véspera, sabia que o marido não a procuraria na cama.

   



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