Obs: Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e ou universo em que se passa, não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual, sendo vedada a utilização por outros autores sem minha prévia autorização. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.
Notas da Autora:
Essa fanfic é junção de duas História os personagens da Saga Twilight e a história de Deboha Simons A Esposa Virgem Título Original: Maiden Bride (1996) que dá titulo a fanfic de mesmo nome.
Capítulo
Onze
“A
primeira noite”
Você
pode ouvir minha voz?
Pode
ouvir minha musica?
é
uma serenata,
Pra
que você me encontre,
E
de repente, você
Voa
pelas escadas,
Pros
meus braços baby
Antes que eu fique doido,
Corra até mim
Corra até mim
Por que eu estou morrendo
Lamentável
não ser homem de beber muito pensou Edward, olhando para o vinho. Embora
soubesse que lhe faria mal para o estômago, fez um sinal para o criado
servi-lo. Apenas um pouco, o suficiente para amenizar a sensação desagradável
que o afligia desde a partida dos hóspedes.
Não
estava com sentimento de culpa, pois fora Emmett quem tinha começado a briga,
opinando sobre seu casamento. Zangado, o cunhado anunciara a partida, embora
tivesse apenas os lábios inchados e umas arranhaduras. Pelo menos, Edward via-se
poupado de continuar ouvindo os conselhos do CavaleiroVermelho. E para que
precisava da irmã e da criança manhosa? Felizmente estava livre de todos.
Apalpou
o nariz e ficou satisfeito por não estar inchado. Depois, massageou as juntas doloridas
dos dedos. Apesar da esperança de se sentir melhor após a briga com o cunhado,
esta só tinha deixado um gosto amargo na boca. Um gole de vinho o aliviaria,
pensou ao tomar um. Não adiantou.
Furioso,
Edward tentou concentrar-se no ódio sentido há tanto tempo e que, ultimamente,
o desertara, sufocado por sensações novas. Até mesmo o vazio detestável seria
preferível ao tumulto que o assaltava. Tinha a sensação de haver engolido um
enxame de abelhas, e que o vinho amortecia-lhe as picadas, bebeu mais.
Edward
já estava no meio da refeição quando se deu conta de que Isabella não desceria para jantar. Maldita mulher!
Estava sendo muito tolerante com ela, mas isso ia mudar. Se fosse preciso, a
espancaria. Pondo-se em pé, ignorou os olhares desconfiados e rumou para a
escada, determinado a obrigar Isabella a se ajoelhar finalmente.
Do
corredor deserto não se ouvia ruído algum vindo do quarto. Se Isabella tivesse
fugido... Um palavrão subiu-lhe aos lábios enquanto abria a porta, mas não
chegou a ser pronunciado quando ele a viu.
Diante
da lareira e vestindo apenas a camisa, Isabella penteava os cabelos. A luz do
fogo, vinda de trás, iluminava-lhe todas as curvas.
Finalmente,
os cabelos estavam soltos e, em ondas flamejantes, cobriam um dos seios e
alcançavam a cintura. Edward prendeu a respiração e arregalou os olhos como um homem
deslumbrado — ou bêbado. Agarrou-se à raiva como se fosse um escudo protetor
contra a tentação representada pela esposa. Procurou algo para dizer, mas a
boca estava seca. Isabella jogou os cabelos para trás e o encarou com expressão
de desafio.
—
Como pôde fazer aquilo?
A
pergunta e o ondular de seu corpo sob a camisa o desequilibraram, mas Edward
lembrou-se da raiva.
—
Por que ficou aqui no quarto? Você deveria me fazer companhia durante o jantar.
—
Eu lamentava a perda de sua família, jogada na estrada como uns miseráveis!
Como pôde fazer isso, Edward?
A
acusação chegava bem perto da verdade. Não podendo negá-la, ele esbravejou:
—
Não é de sua conta, mulher! Você não tem de se preocupar com nada, exceto com a
obediência, que vem falhando muito. Sua obrigação é cuidar de mim, mas você não
faz isso. Toda a frustração de Edward concentrava-se nessa mulher, tão diferente
do que ele esperara e muito mais do que ele jamais desejara. Numa atitude
ameaçadora aproximou-se, parando a um passo dela.
—
Eu deveria espancá-la até quase a morte. Isabella não se acovardou e nem fugiu.
Levantou o queixo e enfrentou-o.
—
Vá em frente! Estou cansada de viver sob suas constantes ameaças. Faça o pior, Edward,
mas preste atenção. Jamais cederei. Você pode me tirar à liberdade, meus amigos
e privilégios, pode me atormentar e me espancar, eu não me renderei a você!
Edward
sentiu como se algo houvesse explodido em seu íntimo e se revelado na
expressão. Apesar das palavras corajosas, Isabella recuou um passo. Ele
estendeu a mão para agarrá-la, mas em vez de correr, ela levantou o braço.
Apanhado de surpresa pelo ataque, Edward sentiu o tapa no rosto.
Embora
sua índole não o surpreendesse mais, suas aptidões o faziam. Sem dúvida, ela
havia aprendido a brigar, pois o tapa o atingira com força excepcional. Fitou-a
com um olhar que prometia retribuição e atirou-se sobre ela. Isabella e
desviou-se com rapidez maior do que a de Emmett.
Mas
esta era uma briga diferente. Lutavam para alcançar a supremacia que ele, sem
dúvida, conseguiria. Segurando-a pelos braços, prensou-a de encontro à cama até
ela levantar o joelho e quase atingi-lo na virilha. Era um golpe de violência a
fim de machucá-lo, Edward deu-se conta.
O
corpo, não.
Quando
sua perna roçou-lhe a coxa, ele sentiu-se despertar para a vida, apesar das
intenções de Isabella. A rapidez da reação o fez jogá-la sobre a cama como se o
queimasse.
Petrificado,
Edward a observou. Embora ambos estivessem ofegantes, ela não arquejava de medo
e não o fitava mais com expressão de desafio. Ela nem tentou escapar, mas
continuou deitada com a maior naturalidade. Estava numa pose que ele já tinha
visto antes, mas desta vez, a camisa levantada expunha lhe até as coxas longas.
Os cabelos espalhavam-se a sua volta e os fios levantavam-se e abaixavam-se com
rapidez. O desejo o dominou e Edward sentiu-se como se sempre a quisera. Reagiu
instintivamente. Com um dos joelhos firmado no colchão, ele rasgou a camisa de
alto a baixo, revelando-lhe o corpo.
Por
Deus, ela era linda, especialmente os seios com os mamilos erguidos.
—
Pensei que você não me quisesse — murmurou ela numa voz erótica, inflamando-o
mais ainda.
—
Menti — ele admitiu, curvando-se para tomar um dos mamilos na boca.
Isabella
gemeu e isso o instigou mais. Edward nunca havia, perdido tempo em provocar
prazer a uma mulher, mas isso lhe parecia imprescindível agora. Acariciou o
outro mamilo com a boca e, depois, aconchegou o rosto entre os seios. Em
êxtase, suspirou enquanto o pênis enrijecia.
Ajoelhou-se
entre as pernas abertas de Isabella, acariciando-a ao longo dos braços e na
curva da cintura. De repente, ela se ergueu-se, empurrando-o de costas na cama
e sentando-se sobre ele.
Fascinado,
Edward a viu acariciá-lo nos braços numa imitação perfeita do próprio gesto.
Esta não era uma mulher comum, mas a esposa dele, cuja sensualidade lhe
disparava o coração. Fitou-a e, vendo-lhe o desafio no olhar, lembrou-se de
suas palavras: Eu não me renderei a você.
Estaria
a mulher provocando-o? Embora ela não demonstrasse medo, o olhar proclamava que
não cederia o corpo a ele. O sangue de Edward agitou-se em protesto, mas antes
de poder agir, Isabella levantou-lhe a túnica.
Suas
mãos macias percorreram-lhe a pele e ele
respirou fundo. Atônito, viu-a baixar a cabeça e tomar um dos mamilos na boca.
Um
prazer estonteante o dominou. Ela não o recusava, mas enfrentava-o de igual
para igual, Edward percebeu. A descoberta o deixou mais atordoado ainda e ele
suspirou novamente. Isabella e ergueu a cabeça, revelando o desejo nos olhos
verdes.
Incendiada
pela paixão e depois de livrar-se da camisa rasgada, ela puxou-lhe a túnica,
forçando-o a sentar-se e arrancá-la fora. Em seguida e sem constrangimento
algum pela nudez, Isabella sentou-se nas coxas dele.
Mas
não era perto o suficiente. Com um grito de desespero, Edward a puxou sobre o
corpo. Deliciou-se com a firmeza dos seios de encontro ao peito e com os
cabelos sedosos que se interpunham entre eles. A paixão de ambos explodiu numa torrente
de calor e encantamento. Ele a beijou como um louco, saboreando cada recanto de
sua boca, enquanto a acariciava nos ombros, nas costas e nas nádegas.
Não
bastava. Murmurando algo sem nexo, rolou Isabella para debaixo dele. Maldisse o
calção que se interpunha entre ambos. Desceu a mão por seu quadril e pela coxa
esguia. Depois, subiu a pela parte interna até alcançar-lhe a junção. Os dedos
tremiam ao embrenharem-se nos pêlos. Isabella arqueou o corpo e ele estremeceu.
Novamente,
Edward viu-se deitado de costas enquanto ela o despia. Deixou que a mulher lhe
removesse as peças, pois esperara muito para receber seus cuidados. Ela não se
mostrava humilhada, mas impaciente. Suas faces estavam coradas e os lábios,
entreabertos enquanto as mãos subiam pelas pernas.
Edward
pensou que explodiria quando sentiu a carícia, no pênis. Escorregou o corpo e
ficou de lado. Agora, ele e a esposa estavam frente a frente, nenhum sob o
outro, nenhum se rendendo.
Agitado,
Edward levantou e pôs uma de suas pernas sobre a dela e, em seguida, dirigiu o
membro para a entrada acolhedora. Acetinada, quente e úmida, ela envolveu. A
cabeça do pênis, fazendo-o estremecer de êxtase. Edward a queria... precisava aprofundar-se
mais. Com uma das mãos, segurou Isabella pelas nádegas e a empurrou ao encontro
dele. No instante seguinte, vencia-lhe a barreira e enterrava-se até a raiz. Isabella
gritou e tentou puxar o corpo, mas ele a manteve segura apesar dos murros que
recebia no peito.
—
Você quer me estraçalhar? — gritou ela. Vendo-lhe as lágrimas nos olhos, Edward
aconchegou sua cabeça de encontro ao peito e murmurou:
—
Fique quietinha. Ainda não terminamos.
—Vá
para o inferno! Eu já! Você está me machucando! A admissão chorosa golpeou o
coração de Edward. Quantas vezes não planejara ferir a mulher? Fazia-o agora,
mas sem a sensação de triunfo, pelo contrário, compartilhava sua agonia.
Capturou-lhe
a boca a fim de reacender a paixão que vibrara entre ambos. Desconfiada, Isabella
manteve-se tensa e imóvel. Mas foi relaxando e logo tocava a língua dele com a
sua e o enlaçava pelo pescoço.
Edward
deslizou a mão por suas costas e pela coxa depois, colocou-a entre esta e a
outra. Isabella gostou, percebeu ele ao senti-la mexer os quadris a fim de se
aproximar mais. Devagar, ele puxou o pênis e o enterrou novamente. Como Isabella
não protestasse, ele repetiu o movimento e logo acelerava o ritmo dos impulsos.
Mas continuava a acariciá-la com a mão. De repente, tornava-se imperativo que
seu prazer se igualasse ao dele.
Beijou-a
mais impetuosamente e ouviu-a murmurar-lhe o nome de encontro aos lábios.
—
O que você me faz? — Isabella perguntou, mas ele não soube responder.
Encontrava-se
além das palavras, do pensamento, de qualquer coisa, exceto do ritmo alucinante
da paixão. Subitamente, ela retesou o corpo e agarrou-lhe os cabelos.
—
Ed!— gritou numa voz rouca, incendiando-lhe os sentidos.
Ofegante,
Isabella apertou-se de encontro a ele, sugando-lhe o sêmen com seu prazer. Ao
inundar seu corpo, Edward sentiu como se ela lhe preenchesse todo o vazio da
alma. Ou ela já o teria feito antes?
Tremendo
após um ato que desmentia todas as ameaças de vingança dele, Edward aconchegou
o rosto nos cabelos da mulher e adormeceu.
Edward
acordou num emaranhado de braços, pernas e cabelos sedosos. Por um longo
momento, roçou os dedos num caracol. Estaria gozando a hospitalidade do harém
de algum emir? Mas não sentiu cheiro de incenso e sim uma flagrância já familiar.
Isabella!
A
lembrança o fez levantar-se depressa e furioso. Com expressão serena, a mulher
dormia entre os lençóis dele, que manchara com seu sangue de virgem. Como uma
deusa da mitologia, ela o tinha escravizado com sua luxúria. Edward sentiu ódio por si mesmo.
Sem
se vestir, correu até a porta e gritou ordens para que lhe providenciassem um
banho. Queria tirar seu perfume e seu sangue do corpo. Remoendo a loucura
cometida, postou-se à janela.
Teria
ele, realmente, possuído-a de lado como se fossem iguais? Por Deus, o vinho
tinha lhe amortecido a mente. Só um tolo se importaria com as fantasias de uma
mulher e esta era inimiga dele! Sua voz baixa e sedutora interrompeu-lhe os pensamentos.
—
Você é lindo, Edward, e nem percebe — Isabella murmurou.
Edward
ficou tenso. Não esperava tal elogio. Respondeu, mantendo-se de costas, para
que ela não lhe visse a reação do corpo, seu poder sobre ele.
—
Isso pouco me importa. Minha mente ocupa-se apenas com a vingança.
Conseguindo
controlar-se um pouco, dirigiu-se à cama e parou ao lado.
Deitada,
Isabella continuava nua, a mais desinibida das freiras, a mais tentadora das
esposas. Edward afastou o olhar de seu corpo, mas deparou-se com os cabelos
flamejantes e com os ombros alvos, salpicados por sardas. Estas, de repente, tornaram-se
de um erotismo incrível. Ao admirá-las, ele voltou a sentir o desejo.
Maldita!
Ela não podia dominá-lo dessa forma. Estremeceu com a força da carência e com a
revolta que o sacudia. Confuso, ainda pensou como precisava provar quem tinha a
supremacia ali. Sem uma palavra, puxou-a pelos tornozelos e de encontro a ele.
Ignorando sua expressão de surpresa, separou-lhe as coxas e a penetrou. Foi
como se entrasse no paraíso. Fechou os olhos, deixando que esse prazer quente o
envolvesse. Nunca antes ele sentira tal contentamento. Puxou-a pelos quadris e
aprofundou-se mais.
—
Edward.
O
nome murmurado o fez abrir os olhos e fitá-la. Sua expressão desconfiada
deu-lhe a sensação de triunfo. Iniciou os impulsos com ferocidade, como se
quisesse estraçalhar qualquer laço que os unisse. Isabella estremeceu, mas
então, empurrou o corpo mais para a frente e gemeu.
—
Ed, me toque como fez ontem à noite — pediu ela numa voz rouca que o estimulou
mais ainda.
Por
que deveria atendê-la? Importava-se apenas com o próprio prazer. Mas a mão
dele, involuntariamente, passou por suas coxas e os dedos massagearam lá, onde
sabia, ela desejava. Isabella gritou e arqueou o corpo num clímax repentino.
Apesar
da paixão estonteante, Edward ouviu alguém abrir a porta e soltar uma
exclamação, mas ele não parou. Tão logo a porta se fechou, inundou seu corpo
com a semente dele. Isabella era sua! Agora e para sempre!
Longos
tremores o sacudiram e Edward lutou contra a vontade de cair sobre Isabella.
Quando finalmente se separou dela, sentiu as pernas fracas. Virou-se depressa
de costas, pois não queria que a mulher visse o efeito do que tinham feito. Não
fora apenas sexo. Edward tinha estado no leste e experimentado artes exóticas e
jamais imaginadas na Bretanha. Mas isto ia muito alem das experiências dele.
Ao
observar o marido tomar banho, Isabella sentiu o coração bater mais depressa e
ondas de calor percorrerem-lhe o corpo. Como gostaria de acariciá-lo na pele
reluzente. Mas depois da união de ambos, isso não seria o suficiente, Na
verdade, ela achava que não conseguiria tocar em Edward sem satisfazer seu crescente
apetite por ele.
Incrível!
De todas as mudanças que a vida tinha lhe reservado, esta era a mais estranha.
Casara-se, contra a vontade, com um homem que lhe desprezava o próprio sangue
e, depois, viera a encontrar prazeres incomensuráveis na cama dele.
E
isso não era tudo. Quando Edward não pudera negar o desejo por ela, o peso no
coração fora substituído por algo completamente diferente.
Todavia,
o fato não significava uma mudança da situação. Com a paixão da união dos
corpos, Isabella tinha experimentado
algo muito mais profundo e poderoso. Estava quase certa de haver se apaixonado
pelo marido lindo e terrível.
Suspirou
profundamente. Como fora tola ao pensar que poderia conviver com esse homem sem
ser afetada por ele, ao acreditar que o comportamento cruel dele agiria como
uma barreira a suas emoções. Seus sentimentos tinham ficado enterrados por
tanto tempo que ela os considerara mortos quando, na verdade, estava faminta de
contato humano.
Não
podia negar ter convivido com outras pessoas, especialmente no convento, mas
ninguém lhe tocara o coração. Apenas ele, com as explosões de fúria, as
exigências, o comportamento rude e, de repente, com a meiguice inesperada e a
expressão de êxtase ao possuí-la, havia conseguido tal feito.
Todas
essas coisas, boas e ruins, tinham envolvido seus sentidos até ela se ver
perdida. A mente chamava isso de loucura, mas o corpo e o coração estavam
maravilhados.
Infelizmente,
o marido não fora afetado da mesma maneira, pensou Isabella quando ele a fitou
com desdém. Forçou-se a encará-lo, mas ele desviou o olhar, fazendo-a
estremecer. Ao lado da paixão, o ódio também brilhava nos olhos cinzentos. Seria
inútil esperar que esse sentimento morresse.
Não
agira assim de propósito. Sua intenção fora apenas tolerar o marido e não
unir-se a ele. Tarde demais, disse uma voz em sua mente. Você não pode
retroceder. Talvez não. Podia ter se afundado demais para se desvencilhar, mas
conseguiria ainda não se afogar. Para tanto, não o deixaria perceber nada. Se Edward
descobrisse seus sentimentos verdadeiros, estaria perdida, Isabella sabia.
Ficaria como um brinquedo nas mãos do marido e ele, finalmente, alcançaria os
meios para derrotá-la.
Poat: RobcecadasHistFic

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