Gênero: Romance/ Hentai
Classificação: +18
Sinopse: Merda, merda, eu pensava vendo ela nua sobre a mesa, mais precisamente a minha mesa, com o sorriso malicioso nos lábios vermelhos, os olhos flamejantes de desejo.
- Venha Sr. Insociável. – ela falou roucamente e passei a mão pelo cabelo sabendo que essa mulher iria me deixar louco, ela abriu as pernas e passou as mãos sobre o corpo, me chamando com o dedo, enquanto mordia o lábio.
Sim, definitivamente louco, mais eu não podia resistir a ela, ao seu charme, ao seu corpo, ou ao que ela despertava em mim. Eu poderia deixar ser levado assim novamente. E se tudo se repetisse.
Notas da Historia:
Obs. Twilight não me pertence, mas se pertencesse, há as possibilidades hehe.
Obs. Fic 100% Beward.
Não se atreva a chegar
perto dela.
Entramos no salão do hotel que estava ricamente decorado, onde uma
jovem nos recebeu e indicou a mesa da família. Carlisle já estava lá e com uma
jovem ao lado que ria escandalosamente.
Rolei os olhos, e senti Esme apertar o meu braço, me virei para
ela que sorriu e acabei sorrindo também.
– Não ligue pra ele, hoje é dia de festa.
– Me comportarei. – ela sorriu e soltei seu braço e puxei a
cadeira para ela.
– Boa noite. – mamãe cumprimentou Carlisle e sua acompanhante e ele
sorriu para ela.
– Esme querida, está belíssima.
– Obrigada Carl. E quem é sua adorável companhia? – perguntou
olhando diretamente para a moça.
– Ah sim, essa é Jane. – a jovem de cabelos loiros curtos em um
penteado da moda sorriu abertamente, seus olhos se fixaram em mim e lambeu os
lábios, forcei um sorriso e me sentei.
– Boa noite Carlisle.
– Edward, essa é Jane Smith. Jane esse é meu sobrinho Edward
Masen.
– Masen? – não era surpresa ao ver seu olhar de curiosidade,
poucos sabiam como eu realmente era, lógico se não fosse do nosso circulo
social, afinal eu sempre evitava as revistas de fofocas sobre mim.
E com Jane não foi diferente, ela se inclinou mais em minha
direção exibindo o decote do vestido e reprimi a vontade de rolar os olhos.
– É um prazer senhorita. – a cumprimentei polidamente e peguei
duas taças de champanhe que o garçom trouxe e ofereci uma Esme. Ela sorriu e
nos voltamos a Jane.
– O prazer é todo meu. – sorriu maliciosa e vi minha mãe olhar
feio para ela, peguei sua mão beijando seus dedos e ela sorriu esquecendo a
jovem impertinente.
– E aonde estão os noivos?
– Por ai, cumprimentando os convidados. – Carlisle falou
displicente olhando para Esme e senti vontade de chutá-lo, sabia muito bem do
seu interesse em minha mãe.
Desde a morte do meu pai, Carlisle estava de olho em Esme. Ser
marido de uma das ultimas herdeiras das empresas Masen seria muito satisfatório
a ele. Já que com a morte do meu pai, ele continuava sendo um empregado
secundário na empresa.
E se dependesse de mim continuaria sendo. E minha mãe parecia
participar de minha opinião, já que nunca dera intimidades para Carlisle.
– Que tal circularmos por ai, mãe? Têm alguns conhecidos que
gostaria de lhe apresentar.
Vi os olhos de Carlisle se estreitarem e sorri polidamente, já me
levantando e ajudando Esme.
– Oh será ótimo, vamos querido. – nos despedimos de Carlisle e
saímos caminhando pelo salão, avistei alguns conhecidos com quem eu fazia
negocio, mas a maioria dos convidados eram jovens, deviam ser amigos modelos de
Alice.
– Preciso ir ao toalete. – Esme sussurrou para mim e assenti, ela
sumiu entre a multidão, e fui até o bar pegar uma bebida.
Pedi uma dose de uísque e o tomei enquanto olhava as pessoas, e os
casais dançando. Isabella veio em minha mente imediatamente. Isabella e seus
mistérios, ela era um profundo mistério para mim.
Tão sensual e provocante, conseguia me deixar fora de mim, fora do
muro que havia construído a minha volta, na verdade desde que ela entrara em
minha vida eu esquecia tudo quando estava com ela.
Dos problemas, do que devia ser, e do que havia provocado. Dei um
gole em minha bebida já estranhando a demora de Esme, e olhei em direção ao
toalete e quase engasguei com o uísque.
Isabella?
Ela olhou em volta parecendo nervosa, mas absolutamente linda em
um vestido vermelho colado ao seu corpo cheio de curvas. Ela continuou olhando
em volta até seus olhos caírem exatamente em mim e ela sorriu lindamente vindo
em minha direção.
Não pude deixar de sorrir e me mover diretamente para ela, assim
que me aproximei ela sorriu mais ainda.
– Sr. Insociável.
– Srta. Isabella. – ela rolou os olhos.
– Sério que precisa de toda essa formalidade?
– Bem é o correto...
– Que se dane o correto. Que tal uma escapadinha para o banheiro
feminino? – ela piscou e fiquei extremamente tentado.
Mas lembrei que minha mãe estava no banheiro, e neguei.
– Estou acompanhado Isabella. – seu sorriso morreu imediatamente e
podia ver magoa nos seus olhos, tentei tocá-la, mas ela deu um passo para trás.
– Entendi, eu preciso ir Edward.
– Isabella... – rapidamente a peguei pelo pulso e ela me olhava
chateada.
– O que é? Sua companhia deve estar te esperando.
– Sim, minha mãe está me esperando. – ela corou adoravelmente e
sorri.
– Oh sua mãe. – ri e vi seu sorriso voltar e sua mão passou levemente
por meu peito.
– Isabella, comporte-se.
– Tão serio, Sr. Insociável. – começou em uma voz rouca.
– Edward? – Esme chamou praticamente ao meu lado e pisquei, não
havia nem notado sua aproximação, tão concentrado que estava em Isabella.
– Mãe, hmmm, essa é Isabella. – Esme a olhou com a sobrancelha
arqueada.
– Isabella... – mamãe perguntou esperando que Isabella falasse seu
sobrenome, esperei em expectativa também, mas como sempre ela sorriu e desviou
do assunto.
– Sim, Isabella. Sou amiga de Alice, trabalhamos juntas.
– Oh, que bom. Mas não é baixinha pra ser modelo? – Isabella riu.
– Sim, eu faço mais fotos pra revistas que desfiles.
– Hmmm, e conhece Edward? – Esme me olhou e abri e fechei a boca
algumas vezes.
– Nós... – Isabella me olhou mordendo os lábios, Esme olhou para
minha mão ainda no pulso dela e a soltei apressadamente.
– Sim, nos vimos algumas vezes.
– Onde?
– Mamãe. – repreendi e ela sorriu.
– Desculpe, mas meu Edward é tão sozinho, que fico curiosa quando
o vejo com uma moça.
– Oh verdade? – Isabella me olhou e rolei os olhos.
– Sim, meu lindo menino, tão jovem e sozinho. Você devia ir jantar
em casa querida, para nos conhecermos melhor.
– OH... – Isabella me olhou nervosa e sorri.
– Sim seria ótimo, Isabella. – ela sorriu.
– Eu iria adorar Sra. Masen.
– Me chame de Esme, querida.
– Claro, Esme. Eu... eu tenho que ir, hmmm ajudar Alice.
– Claro, combine com Edward depois, mas não deixe de ir em casa.
– Claro. – Isabella saiu apressada e olhei para minha mãe com a
sobrancelha arqueada.
– O que foi isso?
– Só quis ajudar.
– Ajudar o que?
– Ela não é sua namorada? – me olhou com curiosidade e bufei.
– Mãe, sabe muito bem... – me calei e coloquei seu braço no meu. –
Vamos sentar.
– Edward?
– Eu não quero falar sobre isso agora.
– Entendo. Mas você está envolvido com essa moça, não está? –
podia ver a acusação em seus olhos e grunhi.
– Nós nos encontramos algumas vezes. Mas não é nada demais.
– Edward...
– Não mãe. É só... – corei um pouco e baixei a voz. – Sexo.
– Edward... – ela ofegou e bufei.
– Eu sou homem, mãe. Às vezes preciso dessas coisas, mas entre
Isabella e eu não há nada demais.
– Se você diz. – disse simplesmente e fomos até nossa mesa.
Carlisle não estava, somente a tal Jane. Forcei um sorriso e sentei ao lado de
Esme, a mulher sorriu para nós e sentou na cadeira ao meu lado.
– Então, Edward. Carlisle nunca falou nada sobre você.
– Não há muito que falar.
– Sério?
– Sim.
– Aposto que há. – me olhou maliciosa e pensei em afastá-la, mas
fui interrompido quando Alice e Jasper chegaram, acompanhado de Isabella.
Deus!
– Jane querida, está no meu lugar. – Isabella falou sorrindo, Jane
olhou rapidamente para o nome de Isabella que havia no prato e bufou voltando
para o seu lugar.
– Isabella.
– Sr. Masen. – gelei quando ela falou senhor imaginando que diria
o apelido que me deu, mas acabei rindo quando ela só disse Masen, ela piscou
pra mim e se voltou para Jasper.
– Olá primo.
– Jasper parabéns, e há você também Alice.
– Obrigada priminho. – ela sorriu sarcasticamente e suspirei, vi
Alice fazer uma careta ao lado de Isabella e a olhei confuso.
– Que bom que veio. – Alice forçou um sorriso e assenti.
Eles ficaram pouco tempo na mesa e logo sumiram para ver os
amigos, Isabella ficou no seu lugar lançando olhares irritados a Jane que não
parava de me lançar olhares maliciosos.
Mamãe, estava animada conversando com uma amiga que se sentou
conosco, e eu já estava odiando essa festa. Somente a presença de Isabella
fazia parecer um pouco melhor.
Depois de um longo tempo, Carlisle voltou para mesa e assim que
viu Isabella sorriu brilhantemente.
– Isabella.
– Sr. Cullen. – ela sorriu e ele bufou.
– Já pedi para me chamar de Carlisle, não me faça sentir um velho.
– ela riu e senti vontade de esganar Carlisle, ele já não estava com a Jane. O
que queria com Isabella?
– Então me chame Bella.
– Claro, Bella. Quer dançar?
– Acho que a adorável Jane não gostaria. – ele riu e ficou muito
próximo de Isabella, mas falou alto o suficiente para que eu ouvisse.
– A adorável Jane, está mais interessada em Edward.
– Oh... – Isabella me olhou de canto de olho e sorriu. – Então
talvez devemos deixá-los a sós.
– Exatamente o que eu penso. – ele estendeu a mão e ela sorriu e
foi com ele. Praticamente vi vermelho, pensei em levantar e os impedir, mas o
que eu diria?
Eu não era nada dela, somente fazíamos sexo. Grunhi e os observei
irem para a pista de dança, senti a cadeira ao meu lado se movimentar e fiz uma
careta.
– Então onde estávamos Edward?
– Em lugar nenhum, com licença. – me levantei deixando Jane com
uma carranca e fui em direção ao banheiro.
Evitei olhar para onde Isabella tinha ido com Carlisle e fui ao
banheiro, joguei um pouco de água no rosto e respirei fundo, estava quase
perdendo o controle. Onde estava o Edward de sempre, serio e concentrado, um
Sr. Insociável... Merda!
Sequei o rosto e sai do banheiro indo diretamente para o bar, mal
cheguei lá fui impedido por uma mão, olhando irritado para Carlisle que sorria
abertamente.
– Edward, a jovem Isabella não é encantadora?
– Não sei. – resmunguei e ele riu.
– Oh acho que sabe sim. Alias ela não e sua amante?
– Cale a boca, Carlisle. – ele voltou a ri e continuou me retendo.
– Ora, mas somente estou curioso.
– Sobre?
– Se ela é tão deliciosa quanto parece? – estreitei os olhos e ele
somente arqueou uma sobrancelha. – Por que se for, eu gostaria muito de
prová-la.
– Você não ouse. – grunhi virando completamente para ele com
vontade de esganá-lo.
Somente de pensar de que suas mãos nojentas tocassem minha
Isabella...
– Acredito que ela gostaria muito mais de um amante como eu,
afinal você não passa de um filhinho da mamãe.
Rosnei e antes que percebesse Carlisle estava no chão com o nariz
sangrando, ele me olhava estático e respirei fundo algumas vezes.
– Não se atreva a chegar perto dela. – grunhi e afastei as pessoas
que se amontoavam em volta de Carlisle.
Pensei ter ouvido alguém chamar, mas eu precisava respirar, sair
daquele lugar onde a presença de Carlisle estava me sufocando. Cheguei aos
jardins do hotel.
A maior parte do lugar estava com luzes e fontes iluminadas, me
escondi nas sombras perto de uma arvore e respirei fundo tentando me acalmar.
Joguei a cabeça para trás me recostando contra a árvore e olhei para o jardim
iluminado. Percebi alguém se aproximar e tentei me esconder.
Estava sendo completamente infantil, mas o que menos queria agora
era um sermão sobre minha falta de controle. Esfreguei o rosto nervosamente me
amaldiçoando pela minha fraqueza, mas agora já era tarde, eu devia voltar e
aceitar as conseqüências pelos meus atos.
– Edward? Cadê você? – ouvi me chamarem e tentei ver melhor quem
era, praticamente grunhi ao ver Isabella.
– Vá embora Isabella.
– Edward? – ela veio em minha direção e me olhou preocupada.
– Disse para ir.
– Não seja bobo. – ela resmungou pegando minha mão e olhou havia
sangue de Carlisle e grunhi novamente. – Você se machucou?
– Claro que não. – ela sorriu e me abraçou pelo pescoço.
– Você não, mas o Cullen. – sorriu ainda mais e tentei conter a
risada.
– Deus! Não acredito que soquei Carlisle.
– Eu achei um tesão.
– Isabella! – praticamente rosnei e ela somente riu mais e
esfregou seu corpo no meu, fiquei excitado imediatamente. – Comporte-se.
– Eu tenho camisinhas. – falou já mordiscando meu pescoço e grunhi
nos virando e a encostando na arvore e colando mais ainda a ela.
– Você vai ser a minha perdição.
– Fala como se fosse algo ruim. – ela sussurrou já levando a mão
ao meu membro e apertou.
Merda! Ela ainda me mataria, e duvido que eu reclamaria.

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