Gênero: Romance/ Hentai
Classificação: +18
Sinopse: Merda, merda, eu pensava vendo ela nua sobre a mesa, mais precisamente a minha mesa, com o sorriso malicioso nos lábios vermelhos, os olhos flamejantes de desejo.
- Venha Sr. Insociável. – ela falou roucamente e passei a mão pelo cabelo sabendo que essa mulher iria me deixar louco, ela abriu as pernas e passou as mãos sobre o corpo, me chamando com o dedo, enquanto mordia o lábio.
Sim, definitivamente louco, mais eu não podia resistir a ela, ao seu charme, ao seu corpo, ou ao que ela despertava em mim. Eu poderia deixar ser levado assim novamente. E se tudo se repetisse.
Notas da Historia:
Obs. Twilight não me pertence, mas se pertencesse, há as possibilidades hehe.
Obs. Fic 100% Beward.
Se você a machucou...
– Atenda
Isabella, por favor, atenda. – sussurrei entre lagrimas desesperada, e o
telefone só tocava. Quando cheguei ao carro, finalmente ela atendeu.
– Bella?
– Ela não pode falar
agora.
– Carlisle?
Pov. Carlisle
Olhei o carro sair e esperei, ela já devia estar sozinha, o idiota com certeza
tinha algum plano, duvidava que ele fosse por conta própria falar com Esme.
Esme.
Eu sentia pena dela, estava completamente louca, e realmente acreditava que o
moleque ia retribuir seus sentimentos, por um tempo eu fui ingênuo ao ponto de
pensar que ela retribuiria os meus.
Mas eu já não era o mesmo, o moleque estava me tirando tudo e Esme com certeza
se livraria de mim se eu desse a chance. Eu precisava tomar uma atitude, talvez
a vadia de Edward me ajudasse. Ou eu a matasse, eu ainda estava decidindo.
Olhei para a rua e de volta para o prédio, já fazia tempo o suficiente que ele
saiu, a hora era essa, sai do carro e fui em direção ao prédio.
A pedido de Esme eu havia seguido a puta de Edward e sabia exatamente aonde
eles moravam, pagar ao porteiro para me dizer qual o apartamento dela foi fácil
também. Entrar lá ia ser complicado, duvidava que ela abrisse para mim.
Ou eu podia somente atirar na fechadura, mas isso chamaria a atenção dos
vizinhos. Ainda pensando em como entraria, entrei no prédio, o porteiro acenou
alegremente, com certeza achando que eu daria mais algum dinheiro para ele,
sorri.
– Bom dia.
– Olá doutor.
– Como tem passado?
– Bem e o senhor?
– Muito bem... Ah eu vim visitar Isabella Masen, sabe se ela está?
– Ah sim, o marido dela acabou de sair, mas acredito que ela está em casa.
– Ótimo, eu vou subir, pode não avisar? eu queria fazer uma surpresa. – ele
esfregou o pescoço olhando para os lados.
– Sabe doutor eu não posso... – ainda sorrindo, abri minha carteira e tirei um
maço de dinheiro.
– Eu realmente quero surpreendê-la. – seus olhos brilharam quando vira o
dinheiro e contive a vontade de revirar os olhos, ele pegou o dinheiro
ansiosamente das minhas mãos.
– Eu posso fazer uma exceção.
– Esplêndido! Tenha um bom dia.
– O senhor também. – falou contando as notas e me ignorando, rolei os olhos
indo para o elevador.
Assim que entrei comecei a planejar o que faria, eu não podia matá-la aqui, e
duvidava que ela me seguisse de bom grado, isso se eu fosse matá-la, quando
envenenamos as idiotas que namoraram Edward era uma coisa completamente
diferente, sem testemunhas, ninguém nunca soube de nada, uma morte limpa. Mas
isso era praticamente minha passagem para a cadeia, com certeza Esme planejava
algo, ela estava louca e eu não podia confiar nela.
As portas se abriram no andar dela, e sai, ainda pensava no que fazer, eu
precisava me livrar dela, mas precisava dar um jeito em Edward também, Esme não
ficaria feliz, mas eu daria um jeito nela em breve também.
Caminhei até o apartamento deles, e bati na porta, esperei alguns minutos e não
ouve resposta, franzi o cenho e tentei a maçaneta, a porta se abriu entrei
cautelosamente no apartamento e estava tudo silencioso.
Ela havia saído?
Merda!
Dei uma rápida olhada pelos cômodos e realmente estavam vazios, me sentei no
sofá da sala, se esperasse um pouco logo ela apareceria e eu daria um jeito
nela.
Ou se eu tivesse sorte Edward chegaria e eu me livraria dele. Ri abertamente, e
relaxei em seu sofá, até que o lugar era agradável, pena que eles não
aproveitariam muito do local.
Esperei pelo que pareceu uma hora, já estava me irritando esperar, já planeja
sair, e pegá-lo em outro momento quando o telefone tocou, olhei o aparelho por
alguns minutos.
Quem seria?
Talvez Edward?
Sorrindo fui até o sofá e sentei atendendo.
– Bella? – a voz de Edward parecia desesperada
e sorri
– Ela não pode falar agora.
– Carlisle? – ele ofegou e ri.
– Edward, achei que estava com sua mamãe?
– Seu filho da puta, cadê
Bella?
– Bella? Há! A vadia que você anda fodendo?
– Onde ela está? – ele gritou e ri.
– Ela está muito ocupada agora, mas eu ao contrario estou a sua disposição.
– Se você a machucou....
– O que? Vai me matar? Duvido que tenha coragem para tanto, afinal eu e Esme
matamos todas as vadias anteriores e você não fez nada. – ri novamente, era tão
divertido irritar o moleque. Logo eu faria bem mais que irritá-lo.
– Estou avisando Carlisle,
eu tenho provas contra você e Esme, vocês vão apodrecer na cadeia.
– Provas? – o que o moleque estava dizendo, ele não tinha nada. Tinha?
– Oh eu tenho, você sabe
como Esme está falante ultimamente.
– Aquela vadia! – rosnei já imaginando como dar um jeito em Esme.
– Carlisle, cadê minha
mulher?
– Eu também queria saber Edward. – rosnei, e desliguei o telefone.
Maldita.
Esme se veria comigo.
Sai apressadamente do apartamento, eu tinha que falar com Esme, ela estava
passando dos limites. Cheguei rapidamente ao meu carro, ignorando quando o
porteiro acenou.
Assim que entrei dirigi para a casa de Esme, cortei entre os carros imaginando
o que aquela idiota falou para o moleque. E o pior se falou sobre a minha
participação.
Cheguei rapidamente a mansão dos Masen, e sai do carro batendo a porta com
força, caminhei para a entrada e a porta estava aberta, ouvi alguém chorando, e
vi Esme caída no chão, com a maquiagem borrada.
– Esme?
– Carlisle, amor... – ela fungou e respirei fundo.
– O que houve?
– Edward não me quer. Ele gritou comigo Carlisle.
– Esme eu já te disse milhões de vezes, o moleque não te ama.
– Mas ele tem que amar! – fui até ela agarrando seu braço e a fazendo se
levantar.
– Me diga, o que você disse a ele?
– O que? – a chacoalhei e ela chorou mais, a arrastei para a sala e a joguei no
sofá. – Carlisle, o que há com você? – resmungou esfregando o braço e agarrei
seu queixo.
– Escuta Esme, o que você contou para Edward?
– Eu contei tudo. – sussurrou e a empurrei com força.
– Caralho Esme! Não pode manter a porra da boca fechada?
– Carlisle o que há de errado?
– O que há de errado? – repeti rindo nervosamente. – O que tem de errado, é que
o merdinha do seu filho tem provas contra nós.
– Não ele não tem.
– Sim, ele deve ter gravado você contando tudo.
– Não... não ele não faria, Edward me ama...
– CALA A PORRA DA BOCA. – gritei e ela se encolheu. – Ele não te AMA, ele tem
nojo de você, ele nunca vai ser seu Esme, enfia isso na PORRA da sua cabeça,
perturbada!
– Mas... mas... – estreitei os olhos, querendo ver se ela ousava me desmentir,
seu lábio tremeu. – Ele não ama?
– Não Esme, ele ama a vadia.
– Mas você a matou não é? Ele vai precisar de mim....
– Não, ela não estava em casa.
– Mas... – andei de um lado para o outro, precisávamos nos livrar do idiota
também, ele só nos ferraria se continuasse vivo. Me virei para Esme, e peguei
seu rosto delicadamente entre as mãos.
– Escute baby, precisamos matá-lo.
– Matar meu Edward?
– Esme, amor, se não o matarmos, ele vai nos entregar a policia.
– Ele não faria?! – sussurrou mais para si mesma, mas nem ela era tão ingênua.
– Sim querida, ele não gosta de você. Ele não liga pra você, tem nojo do seu
amor. – ela engoliu em seco e ficou séria.
– Você tem razão. – sorri e beijei seus lábios.
– Eu sei amor, ele não merece você.
– Não, ele não merece, você tem razão, precisamos matá-lo, os dois.
– Isso baby, vamos nos livrar dos dois, está bem? – ela sorriu um pouquinho.
– Ok, vamos matar Edward.
Pov. Edward.
Já avistava o meu prédio e o medo se apossava de mim, a conversa que tive com
Carlisle rondando minha mente.
– Bella?
– Ela não pode falar
agora.
– Carlisle? – ele riu do
outro lado e o medo aumentou.
– Edward, achei que estava
com sua mamãe?
– Seu filho da puta, cadê
Bella? – gritei, mas ele ria animado com meu desespero.
– Bella? Há a vadia que
você anda fodendo?
– Onde ela está? – gritei
novamente, mas ele me ignorou.
– Ela está muito ocupada
agora, mas eu ao contrario estou a sua disposição.
– Se você a machucou.... –
ameacei, mas ele ria.
– O que? Vai me matar?
Duvido que tenha coragem para tanto, afinal eu e Esme matamos todas as vadias
anteriores e você não fez nada.
– Estou avisando Carlisle,
eu tenho provas contra você e Esme, vocês vão apodrecer na cadeia. – ameacei e
isso o fez parar de rir.
– Provas?
– Oh eu tenho, você sabe
como Esme está falante ultimamente. – falei me sentindo ótimo em assustá-lo.
– Aquela vadia. – ele
rosnou, e com certeza falando de Esme.
– Carlisle, cadê minha
mulher? – perguntei novamente e ele rosnou falando baixo antes de desligar.
– Eu também queria saber
Edward.
Suas ultimas palavras me deram a esperança de que ela estava segura. Por Deus,
ela tinha que estar.
Estacionei o carro de qualquer jeito na garagem, e sai do carro praticamente
correndo, já seguia para o elevador quando ouvi alguém me chamando.
– Edward... – olhei em volta e Isabella veio correndo em minha direção.
– Deus.. – corri para ela agradecendo a Deus que ela estava segura, a puxei em
meus braços e a apertei contra meu peito.
– Oh graças a Deus, eu estava em pânico. – sussurrou com o rosto enterrado em
meu peito, beijei seus cabelos, inalando o cheiro dela, eu tinha que protegê-la,
Esme não a pegaria. Me afastei dela pegando seu rosto entre as mãos.
– Bella o que houve? Eu liguei pra casa e Carlisle estava lá.
– Eu sei, eu... Merda eu estava com medo.
– Bella? – ela assentiu.
– Podemos falar no seu carro?
– Claro. – ainda agarrado nela e ela em mim, fomos para o carro, tranquei as
portas e a puxei para meu colo, ela enterrou o rosto em meu pescoço.
– Bella amor, o que houve?
– Eu fiquei em casa, mas Alice me ligou, ela teve uma emergência do casamento,
e disse que eu tinha que ir urgente... – ela fungou e a abracei mais forte.
– E?
– Eu... eu fui, acho que até deixei a porta aberta, eu estava saindo pelo hall
quando eu vi Carlisle, ele estava dando dinheiro ao porteiro, eu entrei em
pânico e voltei pro elevador e apertei o botão do estacionamento, e fiquei
escondida aqui.
– Chamou a policia?
– Não, eu esqueci o celular no apartamento na pressa, e como eu pediria ajuda
ao porteiro se ele aceita suborno do Carlisle? Eu... eu estava com tanto medo.
– ela chorou e sequei suas lagrimas.
– Calma amor, está tudo bem agora.
– Ok. E como foi com Esme? – ela perguntou fungando, e sorri.
– Eu não sei, quando ela contou dos planos deles, eu vim correndo... – ela
enfiou a mão no meu bolso e tirou o gravador, ele ainda estava ligado.
– Bem vamos ouvir?
– Tudo bem. – ela voltou a fita e em seguida ligou, ficamos em silêncio
enquanto Esme despejava toda sua loucura, e até minha conversa com Carlisle
gravou, mas só era possível me ouvir falando.
– O que faremos agora?
– Vamos a policia.
– É está na hora deles pagarem, e esse pesadelo acabar. – ela concordou e
mordeu o lábio nervosamente.
– Vamos para um hotel.
– Hotel?
– Sim, eu não quero ficar em casa. Aqui não é seguro. – peguei meu celular e
entreguei a ela. – Tome ligue para Alice e avise que estamos indo para um
hotel, mande a dizer a Jasper, que fique longe de Carlisle, pois nós estamos
indo a policia.
– Ok.
– Não vamos entrar pra pegar nossas coisas? – ela perguntou enquanto eu dirigia
para fora do estacionamento e neguei.
– Não, vamos direto para a policia, depois eu pego algum dinheiro no banco, e
nos hospedamos em algum hotel. Você tem seus documentos ai?
– Sim, eu só esqueci o celular no apartamento mesmo.
– Ok, depois o pegamos, vamos só sair daqui.
– Ok. – ela assentiu e começou a discar números no celular.
Olhei para ela e respirei fundo, hoje passou muito perto. Eu não daria outra
chance para Esme e Carlisle tocarem em minha Bella, eu faria de tudo para
protegê-la, nem que eu precisasse matá-los.
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