Beta: Amanda alonso
Shipper: Edward & Bella e a galera twilight
Gênero: Romance/ Comedia/ Hentai/ Universo Alternativo
Classificação: +18
Sinopse: Escola nova no meio do ano, eu seria muito clichê se dissesse odeio minha mãe? Porque nesse momento, eu a odeio por me tirar da ensolarada Los Angeles e me trazer pra esse fim de mundo. Ela não vê filmes não, com certeza eu vou ser assassinada por algum aluno psicótico. Está nas estatísticas, condomínios fechados é o lar dos maiores psicóticos dos estados unidos. Eu Google. - Chegamos. Phil cantarolou e olhei para a enorme casa de dois andares, dei uma rápida olhada em volta e todas as casas eram no mesmo estilo. Grandes em estilo vitoriano, com pintura impecável, gramados perfeitamente aparado e cerquinha branca. Acho que vou vomitar. Eu estava em um episodio de Desperate housewives, se Bree Van De Kamp aparecer eu saio correndo. Isabella acabara de mudar pra New Vale, a pacata e muito segura cidadezinha no meio do nada em Washington, com suas casas perfeitas e pessoas perfeitas. O sonho americanos, mas New Vale só é perfeita no panfleto demonstrativo, e Isabella vai perceber isso ao conhecer seus muito, muito estranhos vizinhos.
Notas da Historia:
Obs. Twilight não me pertence, mas se pertencesse, há as possibilidades hehe.
Obs. Fic 100% Beward. Obs. Pov. Bella. Obs.Vampiros, lobos, zumbis, tudo é possível em New Vale.
Ok, isso era muito, muito ia ser instrutivo?
– Ela foi buscar Phil no
aeroporto, e eles vão ficar em Seattle para a noite.
– Ah e você vai ficar sozinha em
sua casa? – dei de ombros.
– Sim.
– Mas claro que não, deve ficar
conosco. – olhei entre ela e Edward que sorria.
– Eu não sei se é uma boa ideia.
– Por que não? A não ser que
tenha medo de levar uma mordida. – riu e olhei em pânico para Edward.
Ai meu Deus ela queria me morder?
– Mãe! – Edward grunhiu e ela o olhou confusa.
– O que? Eu só estou brincando. – coloquei a mão no
peito respirando de alivio.
– Mãe eu contei tudo para Bella. – ela me deu um
olhar de desculpa.
– Oh muito cedo para piadinhas então. – Edward
rolou os olhos e bufou.
– Sim muito cedo. – ela se virou pra mim e sorriu.
– Realmente sinto muito Bella, eu não queria
assustá-la.
– Está tudo bem Esme, é só que é um pouco novo tudo
isso.
– Eu imagino, Edward me disse que você acreditava
que tudo era uma brincadeira, mas fico feliz que finalmente você saiba a
verdade agora.
– É no meu primeiro dia na escola, Emmett me veio
com essa historia e eu acabei indo na dele. – ela riu.
– Bem o que importa agora é o que os segredos
acabaram. Edward já lhe contou tudo?
– Só um pouco, ainda há muito para aprender. São
tantas coisas.
– Claro, e talvez Carlisle e eu podemos ajudá-la a
compreender melhor a nossa espécie.
– Oh... seria ótimo.
– Maravilhoso, na hora do jantar falaremos sobre
suas duvidas. Edward leve Bella na sua casa para que ela pegue uma troca de
roupa que ela passara a noite.
– Mãe... – Edward começou, mas ela o interrompeu.
– Nem comece, não é bom ela ficar sozinha em sua
casa.
– Como se algum ladrão fosse invadir a casa, fala
sério mãe. – rolou os olhos e ela suspirou.
– Está decidido Edward, se fosse ao contrario com
certeza Renée o acolheria em sua casa. – Edward abriu a boca para falar, mas
ela o olhou e ele se calou. – Agora que está tudo resolvido, vamos começar
Bella, eu chamarei Mary para aplicar a injeção, você se sentira mais
confortável com ela, eu imagino. – assenti freneticamente e ela sorriu e pegou o
telefone, Edward pegou minha mão e o olhei.
– Desculpe por isso. – sussurrou e dei de ombros.
– Está tudo bem, eu entendo.
– Sério? – ri e assenti.
– É né, não é como se tivéssemos outra escolha, e
não pode ser tão ruim dormir na sua casa.
– Bom eu espero que não. – Edward não parecia muito
convencido e arquei uma sobrancelha, antes que ele falasse, alguém bateu na
porta e Esme ordenou que entrasse, a enfermeira do outro dia entrou e sorriu ao
me ver, seu sorriso sumiu quando ela notou Edward segurando minha mão.
– Mary, obrigada por vir. – Esme falou chamando sua
atenção e ela assentiu apressadamente.
– Claro Dra. Cullen. Olá menina.
– Oi Mary. – acenei e Edward fez o mesmo com um
sorriso.
– Mary eu já preparei a injeção para Bella você só
precisa aplicar, ok?
– Claro, me siga, por favor. – ela chamou e Edward
soltou minha mão e segui Mary para a sala que usamos no outro dia.
Assim que entramos, Mary me indicou a maca e me
mandou tirar as calças, ela pegou a injeção que estava sobre uma mesinha de
metal e a aplicou rapidamente e sem conversa, o que eu agradeci, pois era muito
estranho conversar com alguém que está de olho na sua bunda.
– Prontinho. – ela murmurou quando acabou e
apressadamente puxei minhas calças pra cima, assim que estava decente, me voltei
pra Mary que sorria. – Não precisa ficar tímida querida, eu vejo bundas o tempo
todo. – arregalei os olhos e ela riu. – Me expressei mal.
– Tudo bem, eu já vou... – olhei ansiosamente para
a porta, querendo sair dali antes que ela falasse alguma coisa bizarra, pois já
havia tido bizarrice demais por um dia.
– Sim, só uma coisa, o filho da Dra. Cullen, é o
seu vampiro?
– Hmmm, sim.
– Boa escolha menina. Aproveita bem enquanto pode.
– piscou pra mim e saiu da sala antes que eu reagisse, só tem gente louca nessa
cidade.
– Bella? – Edward chamou e sai da salinha. – Tudo
bem?
– Sim, já podemos ir, eu espero!? – olhei Esme que
sorriu assentindo.
– Sim Bella, você precisa vir ao consultório todo
mês para tomar a injeção, ou pode ir a uma farmácia, mas tem que ser no mesmo
dia de hoje, ok? – assenti e olhei para Edward ansiosamente, eu queria
perguntar, quanto tempo até podermos fazer sexo sem a camisinha, mas não tinha
coragem, não com ele aqui.
– Edward, espere Bella lá fora. – Esme falou de
repente me assustando e Edward a olhou confuso.
– Mãe?
– Edward. – ele suspirou e assentiu saindo da sala,
assim que ele se foi, ela sentou ao meu lado e sorriu.
– Está tudo bem? – perguntei nervosamente e ela
sorriu mais e pegou minha mão, relaxei com seu toque.
– Sim Bella, eu só percebi que você tem algumas
duvidas, e com Edward aqui, você não se sente a vontade para falar. – sorri
assentindo.
– É, embora ainda seja um pouco constrangedor,
falar com a senhora, é ainda pior com Edward na sala. – ela riu.
– Não devia ser Bella, pois ele é seu companheiro,
você tem que aprender a falar as coisas com ele.
– Edward te contou isso? – ela sorriu.
– Claro que sim meu bem, o companheiro é uma coisa
muito importante para nós. Quando o encontramos o nosso mundo todo gira em
volta dele.
– UAU. Isso parece tão... grande.
– E é, sei que você é muito jovem, talvez seja
comprometimento demais, mas Edward não pode mudar o que ele sente. Ele vai
sempre amá-la, mesmo que você não o queira.
– Mas eu quero ele. – me apressei em falar e ela
sorriu. – Bem eu só...
– Não quer casar e se tornar como nós?
– É, embora talvez mais pra frente, eu gostaria de
estar com Edward pra sempre, mas tipo eu só tenho 17. – ela riu.
– Você está certa querida, deve aproveitar sua vida
com Edward o quanto pode, quando sentir que é a hora de se juntar a ele
eternamente vocês se junta.
– Então vampiros vivem para sempre?
– Sim.
– Edward disse que... bem vocês podem ter filhos,
que Edward é seu filho. Como funciona isso, tipo o crescimento, Edward parece
ter só 17, talvez um pouco mais velho.
– Bem, é um pouco complicado. Vampiros envelhecem
muito, muito lentamente, quando chegamos à maturidade o processo é tão lento
que parece que mantemos a mesma idade para sempre. Existem alguns vampiros que
não querem envelhecer, e há um método que faz o envelhecimento parar
completamente. Carlisle e eu optamos por deixar a natureza seguir seu curso
normal.
– Então vocês ficam velhos? E como é esse método? –
comecei a perguntar e ela arqueou a sobrancelha, pigarreei. – Se você não se
importa de me contar. – ela riu.
– Claro que não Bella. O metido é como a
transformação.
– E quem é transformado, envelhece, tipo
lentamente?
– Sim. – queria saber como era a transformação, mas
outra coisa me deixava curiosa.
– E a gravidez?
– A gravidez e parto dos vampiros são como as dos
humanos, exceto que a gestação dura menos, somente três meses. Depois disso o
crescimento da criança é normal, bem o normal para nós. Lógico que ainda uma
criança você vai enfrentar os poderes de vampiro surgindo, quando Edward era um
menino, não morávamos em New Vale, e dava trabalho impedir que ele hipnotizasse
as babas. – meus olhos se arregalaram.
– Ele tinha babas? – ela riu.
– Sim, tentamos algumas, mas acabou ficando
arriscado, logo que as presas de Edward apareceram. Eu resolvi largar meu
trabalho e cuidar dele, quando ele completou 15 sua sede de sangue ficou mais
forte, e ou íamos pra Volterra, ou achávamos outra alternativa. Edward te falou
sobre o inventor do composto de sangue?
– Sim.
– Bem, ele com outros seres místicos, resolveram
criar New Vale, um lugar para vivermos em paz.
– Volterra é um lugar ruim? – ela suspirou.
– Não precisamente ruim, mas lá eles não acreditam
no composto e nem que vampiros podem viver só disso. Eles são contra nossa
cidade, mas há muitos seres místicos aqui, para que eles tenham coragem de
atacar.
– Certo. Edward falou algo sobre estudar lá.
– Sim há uma faculdade lá, se é que pode chamar
desse jeito, mas o máximo que os vampiros que vão pra lá aprendem é a lutar, os
Volturi de Volterra são bárbaros. Fico imensamente grata que Edward nunca teve
desejo de se juntar aos Volturi.
– Nossa, é tanta coisa pra saber.
– Eu sei, e eu espero que você seja paciente e
pergunte suas duvidas, tanto para mim como Carlisle, vamos responder o que você
quiser.
– Obrigada Esme. – ela sorriu e deu um tapinha
gentil em minha mão.
– Bem, agora qual é sua duvida sobre o
anticoncepcional?
[...]
Depois de alguns esclarecimentos de Esme sobre as
vantagens e desvantagens da injeção, e que só poderia ter relações sexuais
depois de um mês, sai da sua sala e encontrei Edward conversando com a
atendente. Assim que ele me viu se despediu dela e correu até mim.
– Está tudo bem?
– Sim, sua mãe é muito legal. – ele sorriu.
– Que bom que acha isso. O que quer fazer agora?
– Podemos ir pra casa, tenho mais algumas
perguntas.
– Claro, vamos passar na sua casa e pegar seus
materiais e uma muda de roupa e vamos pra minha, ok?
– Ok. – ele me deu um beijo rápido e me arrastou
para fora do consultório.
Edward dirigiu rapidamente para casa, assim que
cheguei subi e peguei minha mochila e joguei lá dentro um pijama e uma troca de
roupa para o dia seguinte, quando estava pronta, Edward me levou até sua casa,
estava um pouco nervosa sobre entrar na sua casa de novo.
Eu já havia vindo aqui, mas mesmo assim, era
estranho agora que eu sabia a verdade. Pois antes eu estava entrando na casa do
meu namorado, agora eu estava entrando na casa de um vampiro. Assim que
chegamos a porta e parei na frente olhando indecisa.
– Tudo bem, Bella?
– Não sei, eu devo pedir permissão pra entrar? –
Edward riu.
– Bella isso é com os vampiros, eles que tem que
pedir permissão para entrar na sua casa.
– Oh, vampiros fazem mesmo isso? – ele sorriu mais
e me puxou para dentro da casa, já me levando para o andar de cima.
– Infelizmente fazemos. Não sabe como era
agonizante te ver pela janela e não poder ir até você. – parei de andar e
estreitei os olhos pra ele.
– Por isso me pediu pra entrar na primeira vez. –
deu de ombros.
– Não faço as regras de vampiros.
– Regras de vampiros. Tem muitas delas?
– Algumas.
– Então me conte todas. – ele sorriu e voltou a me
puxar até seu quarto, colocou minha mochila no chão ao lado da cama e me pegou
no colo me fazendo rir.
– Edward. – gargalhei, enquanto era jogada na cama
e ele subiu em seguida ficando sobre mim, sorri o abraçando pelo pescoço e o
puxei para baixo, ele veio de muito bom grado sorrindo abertamente e beijando
meus lábios.
Enfiei os dedos em seus cabelos gemendo contra sua
boca, Edward rosnou contra meus lábios, enquanto suas mãos passeavam pelo meu
corpo apertando meus seios e provocando meus mamilos, me fazendo gemer e me
esfregar contra ele. Seus lábios se afastaram dos meus, quando o ar se fez
necessário e sorrimos um para o outro. Edward afagou minha bochecha com
carinho.
– Você é perfeita. – corei forte e ele gemeu. – E
seu cheiro... – suspirou enterrando o rosto em meu pescoço e cheirou minha
pele.
Cantarolei baixinho enterrando os dedos em seu
cabelo, ele grunhiu e se afastou um pouco me encarando, seus olhos estavam
escuros e tão intensos.
– Você quer me morder? – ele respirou fundo e
acariciou meu lábio inferior.
– Às vezes.
– Por quê? – ele sorriu e passou o nariz pela minha
garganta e em seguida deu um beijo na minha garganta, e quando voltou a olhar
para mim.
– Por tantos motivos, seu cheiro absolutamente
delicioso, eu imagino o gosto do seu sangue, quente e doce. – engoli em seco, e
seu olhar parecia muito mais intenso, parecia sedento. – Eu gostaria de te
morder para te ligar a mim.
– Me ligar a você?
– Sim, quando um vampiro bebe do seu companheiro, o
laço que os une se torna mais forte, você seria minha de uma maneira que
ninguém poderia contestar nossa ligação. – ofeguei e quase o pedi pra me
morder, mas eu temia a dor.
– Doe muito? – perguntei o olhando ansiosamente e
ele sorriu maliciosamente.
– Não amor, pois eu a morderia quando estivéssemos
no auge do prazer.
– Você quer dizer... – engasguei corando e ele
sorriu mais perversamente.
– Oh sim, - sussurrou abaixando o rosto e
sussurrando em meu ouvido. – Exatamente quando sua boceta apertada estiver
pulsando em volta do meu pau.
– Edward! – ofeguei e ele somente riu. O empurrei
de leve e esperei um momento minhas bochechas esfriarem.
– Desculpe, mas você me faz perder completamente o
controle. – piscou e assenti, ser mordida parecia tão intenso.
– Tudo bem, e morder é sempre intenso assim? – ele
riu.
– Não isso é com as companheiras, e claro durante o
sexo, mas a mordida pode ser doloroso, por isso usamos a hipnose, para evitar
que sintam dor, e que esqueçam depois.
– E o que você sente quando bebe sangue?
– Prazer, euforia, um extasse incontrolável.
– É o mesmo com o composto?
– Não.
– Então por que preferem o composto?
– Por que viver somente de sangue humano nos deixa
descontroláveis. Nos deixa selvagens. É como se virássemos animais, só pensando
em beber mais e mais.
– Os Volturi são assim?
– Acredito que sim, eles só bebem de humanos, mas
mesmo assim os vampiros mais antigos sabem controlar sua sede, seu desejo. Eles
sabem que se saírem do controle, nossa existência pode ser descoberta, e não
seria bom para nenhum de nós. Então eles controlam os mais jovens.
– Nossa. – suspirei, era um mundo completamente
novo, e havia tanto para saber e descobrir. Edward tocou meu rosto me fazendo
olhá-lo e beijou meus nariz.
– Mais algo que queira saber? – sussurrou, e
suspirei, um milhão ou duas.
– Sim, me fale mais sobre as regras, o que vampiros
podem e não podem fazer?
– Somos fortes e rápidos, não queimamos no sol, e
nem alho, água benta nos machuca, não temos reflexos, e para entrar na casa de
alguém é necessário convite.
– Certo. E o negocio de apagar memoria, todo
vampiro tem isso? Sua mãe falou que você pode hipnotizar as pessoas também,
todos podem fazer isso?
– Sim, ambas as habilidades são comum em vampiros.
E são muito uteis também, pois se o nosso mundo vier a publico pode virar uma
guerra contra os humanos, duvido que eles nos aceitem.
– Mas os vampiros não podem machucar as pessoas,
sabe apagando as memorias e tal.
– Bella quantos humanos machucam seus semelhantes,
matando e estuprando, cheio de atitudes violentas sem motivos nenhum. Não é por
que temos mais forças ou mais habilidades que deixamos de ter consciência.
Depende de cada um usar sua habilidade com sabedoria. – o olhei meio chocada,
ele parecia tão maduro de repente.
– Quantos anos você tem mesmo? – ele riu.
– Dezessete.
– Edward! – seu riso foi mais alto dessa vez.
– Ok, ok. Eu tenho cerca de 200. – meus olhos se
arregalaram.
– Duzentos? – ele rolou os olhos.
– O que se sente mal de sair com um cara mais
velho? – brincou, mas podia ver em seus olhos que ele estava ansioso esperando
minha resposta.
– Que nada, sempre tive um tesão por homens mais
velhos. – ele sorriu e me beijou, seus lábios devoraram os meus com urgência e
gemi contra sua boca, mas eu ainda tinha duvidas, e o empurrei levemente.
– O que?
– Eu ainda tenho mais perguntas. – ele grunhiu.
– Bella o que mais você quer saber?
– Poxa tanta coisa. Se tem 200 por que você parece
17, sua mãe comentou que vampiros envelhecem lentamente, então quantos anos
você tem que ter para aparentar sei lá 30. – ele suspirou.
– Vampiros crescem normalmente até os 15, depois
disso levamos cerca de 100 anos pra cada ano humano. Por isso tenho 215 mais ou
menos.
– Nossa, seus pais devem ser muito velhos. – sussurrei
e ele riu.
– Eu até te diria, mas mamãe detesta que revelem
sua idade. – ri e o abracei.
– Estou cansada.
– Cansada?
– É minha mente está uma confusão com tantas novas
informações. – ele riu.
– Bem é uma pena, pois meu pai vai estar ansioso
para te contar tudo sobre nossa vida fora de New Vale. – piscou e sorri.
– Ok, talvez eu aguente mais um pouquinho de
informação. – Edward riu, e me puxou para fora da cama.
– Bom que pensa assim, pois Carlisle acaba de
chegar.
Ok, isso era muito, muito ia ser instrutivo?
Post: Robcecadas

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