Autor (a): PaulaHalle
Beta: Variadas
Shipper: Edward & Bella
Gênero: Romance/ Ficção cientifica/ Hentai
Classificação: +18
Sinopse: Oh mundo acabou? Bem está perto disso. A humanidade está morrendo, pouco a pouco, está murchando sem vida e esperança. A jovem Bella com seus poucos anos já viu mais do que queria, sobrevivendo como dá, lutando cada dia por seu lugar no mundo, até a chegada de um estranho que vai mudar tudo. Será que ele trará a esperança que Bella precisa? Esperança que o mundo precisa?
Notas Historias:
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs. Fic 100% Beward.
Obs. Pov. Bella.
Obs. Alienígenas existem? Bem no nosso universo eu não sei, mas no meu sim, então conheçam meu Alienward.
Capítulo
III
O
Homem Atraente
– Eu não pertenço aqui. – sussurrou e neguei em
pânico.
– Por favor, fique por uns dias.
– Bella... – ele começou e agarrei sua mão.
– Por favor, Edward, fique... fique comigo?
Queria me arrepender das palavras que saíram da
minha boca sem minha permissão, mas inferno eu não me arrependia. Eu queria que
ele ficasse, ficasse comigo. Antes que ele respondesse braçinhos envolveram
minhas pernas e sorri.
– Bella é mesmo você. – ele chorou e suspirei
afagando suas costas.
– Sou eu Jonny.
– Papai disse... ele disse... – soltei a mão de
Edward me ajoelhando diante Jonny secando suas lagrimas.
– Eu sei querido, mas eu estou bem, e estou bem
aqui. – ele sorriu e me abraçou, o apertei contra mim sorrindo.
Eu senti falta do tampinha, olhei para cima e
Edward nos olhava, ele sorriu e sorri de volta. Ouvimos gritos, e nos voltamos
para trás onde várias pessoas vinham inclusive Jake que nos olhava com olhos
arregalados.
– Bella?
– Jake, oi... – Jonny me soltou e correu para seu
pai.
– Eu disse pai, eu disse. – ele parou a pouco
passos de mim, sem seguida se aproximou me abraçando com força.
– Sim amigão você disse. – sussurrou para Jonny,
mas sem me soltar, um pouco desconfortável com seu abraço, com Edward a poucos
passos de nós me afastei dele, mesmo que não pudesse ver os olhos dele eu sabia
que ele me olhava.
– O que ele disse? – murmurei sorrindo um pouco.
– Ele disse que você estava bem... que você era
sortuda demais para ter ido. – sorri e abracei Jonny.
– Acho que tem razão amigo eu tenho sorte. – ele
assentiu.
Não demorou aos outros me abraçarem, e as perguntas
surgirem:
– Você está bem?
– O que aconteceu?
– Como sobreviveu?
– Onde estava?
Minhas respostas:
– Edward. – todos me olharam confusos e em seguida
para meu amigo, que estava um pouco desconfortável com a atenção de todos sobre
si.
– Edward? – Jacob ecoou minhas palavras dando um
olhar confuso entre mim e Edward, sorrindo me livrei dos outros e peguei sua
mão.
– Pessoal esse é Edward, sem ele eu não estaria
aqui. Edward esse é o pessoal. – todos pareceram meio desconfiados olhando para
meu novo amigo, embora eu odiasse julgar, eu sabia que eu também estaria um
pouco assustada com a aparência de Edward.
Com seus grandes óculos e o casaco totalmente
fechado e sua altura, ele parecia suspeito, e se tem uma coisa que aprendemos
depois de tudo é a ser desconfiados. E somos craques nisso.
– Obrigada por trazê-la de volta para nós... Edward
não é? – Jake estendeu a mão e Edward a apertou sorrindo, notei que ele não
mostrava os dentes. Hummm, rapaz esperto.
– Isso. E foi um prazer ajudar Bella.
– Jake, Edward pode ficar um tempo com a gente?
– Ele vai ficar?
– Eu... – colei mais em Edward ainda segurando sua
mão e não lhe dando uma opção de negar.
– Claro que vai.
– Oh... ele é bem vindo claro. Mãos extras são
sempre bom.
– Ótimo, pode montar a barraca ao lado da minha. –
comecei a puxá-lo em direção onde ficava minha barraca, mas a mão de Jake em
meu braço me parou.
– Espere Bella...
– O que?
– Eu... sua barraca...
– Papai deu ela. – Jonny resmungou e o olhei
confusa.
– Deu?
– Bem, pensamos... sabe?
Oh merda, eu era uma sem teto, ou sem barraca.
Não que eu estivesse irritada com Jake, era como
era o mundo agora. Para todos eu tinha morrido, e os mortos não precisavam de
posses.
– Ah certo, eu... minhas coisas... – eu tinha fotos
dos meus pais, as únicas coisas que eu realmente guardava, além de roupas é
claro.
– Eu guardei. – Jonny se apressou em falar e saiu
correndo. As pessoas se dispensaram, cada um indo cuidar da sua vida. Com
certeza fugindo pra não ter que devolver o que pegaram das minhas coisas. Eu
disse que a humanidade é uma vadia.
Assim que todos dispersaram, só ficando nós, Jake
agarrou meu braço me puxando para longe de Edward e pedi para ele esperar um
momento.
Assim que estávamos um pouco afastado notei a
carranca de Jake.
– O que...
– Esse cara vai realmente ficar aqui?
– Como?
– Não vê Bella, tem algo errado com ele. – grunhi
saindo do seu aperto.
– Errado? Como pode dizer isso, ele saiu do seu
caminho para meu ajudar, arriscando sua vida por mim. Você acha isso ruim?
– Não... mas...
– O que? Você acha que ele fez mal em me ajudar?
– Claro que não, eu ajudaria, mas... – podia ver a
culpa em seus olhos, mas eu realmente não o culpava, ele tinha Jonny.
E Jonny sempre teria que vir em primeiro lugar.
– Hey eu não sou sua prioridade, Jonny é. Eu não
espero e nem quero que coloque seu filho de lado por mim.
– Eu sei Bella, mas esse cara... – bufei e o
cutuquei no peito.
– Escute Jake, Edward é especial, ele saiu do seu
caminho por mim, outro não faria, mas ele fez.
– Eu sei Bella.
– Bom, agora pare de ser um fodido idiota e aceite
que Edward vai ficar.
– Claro. – resmungou e o ignorei indo ate Edward.
Jonny já estava de volta segurando uma caixa e sorri agradecida ao pegá-la e
achar algumas roupas, poucas, mas era o suficiente por hora.
Havia as fotos dos meus pais.
– Obrigada Jonny.
– Eu sabia que você voltaria. – dei um rápido
abraço nele e engoli a vontade de chorar.
– Agora eu preciso descobrir onde vou dormir. Há
alguma barraca extra? – olhei esperançosa para Jacob que começou a negar.
– Pode ficar com a minha. – Edward falou e o
encarei sorrindo.
– Sério?
– Claro.
– Ótimo, vou dividir a barraca com Edward.
– O que? – Edward e Jake falaram ao mesmo tempo,
mas os ignorei puxando Edward comigo para o lugar onde ficava minha barraca,
Jonny nos seguiu olhando para Edward o tempo todo.
– Tudo bem Jonny? – suas bochechas avermelharam e
ele sorriu timidamente.
– Eu nunca vi ninguém tão alto. – sorri dando uma
olhada rápida em Edward que riu.
– Sim ele é muito alto.
– Por que usa óculos?
– O sol incomoda meus olhos. – sussurrou e Jonny
assentiu.
– Você não ta com calor? Seu casaco é enormeee. –
Edward riu me olhando e dei de ombros.
Ele teria que se virar com as perguntas de Jonny. E
o moleque gostava de fazer perguntas. Ele sabia até que operei as amídalas
quando tinha 4 anos, de tanto me fazer perguntas. A curiosidade do baixinho era
infinita.
Chegamos ao meu antigo lar antes que Jonny fizesse
mais perguntas, olhei tristemente para a marca no chão de onde ficava minha
barraca. Edward retirou a mochila a jogando no chão levantando poeira, colocou
a minha ao seu lado e quase havia esquecido ela, Jonny arregalou os olhos,
começando a rodear a enorme mochila de Edward.
Edward retirou algumas coisas e rapidamente montou
a barraca, me sentei no chão mesmo enquanto esperava e Jonny rastejou para meu
colo, sem deixar de observar meu novo amigo com assombro e admiração.
– Ele e rápido. – sussurrou e ri.
– Muito. – sussurrei de volta.
Ao terminar Edward retirou o casaco o jogando
dentro da cabana ficando com uma camiseta preta de manga cumprida, mas parecia
fina então ele não ficaria com calor. Honestamente eu também estava preocupada
com ele usando aquele casaco enorme o tempo todo. Ele foi para a mochila e
tirou alguma coisa e estendeu a Jonny, o moleque saltou do meu colo como um
raio, ri ao ver seus olhos admirados ao ver o que Edward lhe entregava.
– O que é?
– Chocolate.
– Sério?
– Sim, eu achei enquanto viajava.
– Puxa, eu comi um uma vez. Mas era diferente a
embalagem, papai diz que são muito difíceis de encontrar hoje em dia.
– Bem, eu tenho mais. Existe mais crianças no
acampamento?
– Sim, mais quatro. – Edward retirou mais chocolate
e entregou a Jonny.
– Leve para seus amigos. – ele assentiu e correu
para longe, voltando em seguida e me abraçando forte.
– Estou feliz que voltou, e trouxe Edward. – ri
dando um beijo em sua testa.
Ele acenou e voltou a correr para longe, me voltei
para Edward que me olhava com curiosidade.
– O que?
– Ele realmente gosta de você.
– Gosto do tampinha também. Ele perdeu a mãe novo,
então se eu posso dar um pouco de amor de mãe pra ele eu dou. – dei de ombros e
ele sorriu.
– Isso é bom. Outros não agiriam assim. Mas já
devia imaginar que você é especial. – o calor subiu pelas minhas bochechas.
– Isso foi um elogio?
– Com certeza. – ri ficando de pé limpando a
sujeira da minha bunda.
– Devíamos nos limpar antes de comer.
– Limpar?
– É há alguns tambores com água que vamos juntando,
do que achamos ou das poucas chuvas que acontecem às vezes. Pegue uma troca de
roupa e panos ou toalhas se tiver.
Remexi a minha caixa pegando uma calça jeans e uma
camiseta, não havia nenhuma calcinha, merda. Olhei com desgosto em volta
gemendo ao imaginar que alguém estava usando minhas calcinhas.
Ew! Podem ficar, não queria de volta mesmo, nem
fodendo!
Afastando os pensamentos inúteis, joguei minha
caixa de roupas dentro da barraca de Edward e me voltei para ele.
– Pronto? – ele segurava uma camiseta de manga
cumprida exatamente como a que vestia, exceto que essa era verde escura.
– Claro. – o guiei em direção à escola, onde
guardávamos a água, notei Jacob nos encarando, mas o ignorei indo para dentro
com Edward, caminhamos até os banheiros do primeiro piso.
O único piso inteiro, os outros dois, estavam em
escombros tornando impossível entrar, entramos no banheiro onde peguei dois
baldes entregando um a Edward. O banheiro era como qualquer banheiro de escola,
felizmente era o das meninas. Havia seis cabines e uma grande pia unida com
algumas torneiras, não saia água nenhuma há algum tempo. Do lado da pia havia 3
enormes barris, tínhamos mais três vazios, mas eles ficavam do lado de fora
esperando possíveis chuvas para enchê-los. Abri um dos barris mergulhando o
balde e o enchi entregando a Edward. Ele pegou e me entregou o outro e repeti o
enchendo e tampei o barril. E fui até a pia colocando meu balde e Edward me
imitou.
– Vocês sempre fazem isso? – sorri o olhando.
– Sim, é o único meio de tomar um banho. Claro as
vezes nos deparamos com rios e podemos tomar um banho mais... completo. Mas
isso é raro. Então tem que ser assim na maioria das vezes.
Retirei minha camiseta, eu usava um top esportivo,
e rasguei minha camiseta fazendo uma esponja improvisada, ofereci um pedaço a
Edward e notei que ele olhava para meu peito.
Pigarreei arqueando uma sobrancelha quando ele
ergueu o olhar para o meu e o vi engolir com força.
– Perdoe-me. – resmungou virando de costas e ri
dando um tapa em seu ombro.
– Estou bem. É bom saber que alguém ainda me acha
atraente. – ele resmungou.
– Você é muito atraente. Quer dizer... – ri da sua
falta de palavras e lhe entreguei o pano.
– Eu entendi, e obrigada. Agora eu vou me limpar na
cabine, você pode ficar aqui, ninguém vai entrar por um tempo. – peguei meu
balde quando ele assentiu, entrei em uma das cabines colocando meu balde sobre
a privada e pendurei a roupa no suporte preso a porta.
Por incrível que pareça o encanamento funcionava,
mais ou menos. Então os banheiros não fediam, lógico que evitávamos fazer o
numero dois aqui, utilizávamos nossos aprendizados de escoteiro quando
precisávamos nos aliviar.
Retirei as minhas roupas e minha ultima calcinha,
iria ter que ficar sem até achar algumas durante a catação de coisas. Molhei a
minha velha camisa e torci e limpei o corpo, as minhas partes de menina e o
sovaco primeiro. Não é só por que o mundo é uma merda que eu tinha que ser
fedida.
Enquanto tirava a poeira da pele, dei uma rápida
olhada no meu quadril, o ferimento era imperceptível agora. A pomada de Edward,
é realmente boa em, parecia que eu tinha só me arranhado, e eu jurava que o
negocio lá tinha rasgado minha pele.
Parece que foi só impressão, ignorando isso, voltei
a molhar o pano e passar na pele, ah como é bom tomar um banho. Não é um
completo, mas ainda é melhor que nada.
Depois de me limpar e me sentindo muito mais
fresca, vesti minha nova roupa, foi um pouco desconfortável sem calcinha, mas
teria que me acostumar. Quando estava pronta despejei a água suja na privada
antes de usar né. Sai da cabine, tive uma agradável surpresa ao ver Edward com
calças, mas sem camisa ainda passando o pano em seu peito.
E parecia concentrado em sua tarefa o que me deu
algum tempo para olhá-lo. Já estava há quase três dias com ele, e Edward ainda
era um mistério. Mas muito gostoso devo ressaltar, ele ficou de costas pra mim
flexionando seus músculos e acho que babei um pouquinho.
E dessa vez pude reparar melhor nas marcas nas suas
costas, pareciam cicatrizes na verdade, eram rosadas, como se a pele havia sido
marcada, as formas lembravam tatuagens tribais, será que ele teve tatuagem e
tirou e ficou com marcas? Bem apesar das marcas, ele ainda é gostoso pra
caralho.
Ele se virou de repente, devo ter feito barulho,
Edward parou ao me ver, dando uma rápida olhada para seu corpo nu, apesar dos
óculos, ele parecia... preocupado? Sorri corando um pouquinho e mesmo com seus
óculos era fácil o ver arqueando a sobrancelha.
– Algo errado? – ele colocou as mãos sobre os
quadris, podia ver que ele tentou parecer confiante, mas ao mesmo tempo,
parecia que ele esperava que eu falasse sobre as suas marcas, que a propósito
cobriam seu peito e braços.
E repetindo, ele continua gostoso, com cada
marquinha que cobria seu corpão.
– Nada. Eu vou voltar, se você precisar usar o
banheiro fique a vontade, pode jogar o resto da água no vaso depois.
– Certo. – coloquei meu balde onde o pegamos quando
entramos e antes de sair o chamei.
– Sabe, você é muito atraente também. – vi sua boca
se abrir em um grande "O", mas sai antes que ele falasse algo.
Abraçada as minhas roupas caminhei de volta a tenda
de Edward, sorri bobamente lembrando a sua cara de surpresa. Ainda rindo parei
surpresa ao ver Jonny com alguns garotos em frente à barraca.
– Olá crianças.
– Bella, cadê Edward? Ele não foi né?
– Calma rapaz. Ele está tomando banho.
– Ah que bom.
– Por que tão ansioso pra ver Edward, afinal? –
perguntei enquanto jogava minhas coisas na caixa e sentava no chão.
– Queríamos agradecer, ele é muito legal.
– Não tem de que Jonny. – Edward falou com certeza
tendo ouvido a conversa, ele me olhou rapidamente e engoliu com força antes de
desviar o olhar.
– Esses são meus amigos, Rick, Bob, Amy e April. –
apontou para as crianças que o acompanhavam, todos com a idade em torno da de
Jonny, o mais velhos sendo Bob com 13.
Felizmente não havia muitas crianças, não que
crianças fossem ruins, eu as amava, mas no mundo de hoje, ter filhos não era
muito sábio. Esse era um dos motivos para eu não aceitar ficar com nenhum dos
caras, sexo era bom, mas eu não queria colocar uma criança no mundo, ainda mais
quando eu nem sequer tinha sentimentos pelo pai, e convenhamos, já era
complicado quando o mundo não era um caos, imagina agora.
Voltei minha atenção para Edward e as crianças,
elas estavam encantadas com ele, fazia algum tempo que não encontrávamos
ninguém novo, dava para entender a curiosidade deles. Edward parecia não se
importar com as perguntas, mas ainda sim fugia de algumas mudando de assunto.
Ainda dando uma de misterioso em.
Não demorou muito os pais chamaram as crianças,
embora para as crianças fosse uma festa falar com alguém novo, os pais não
pensavam o mesmo, um estranho era sempre um estranho, e nunca confiável até
você conhecer suas verdadeiras intenções.
Edward se sentou ao meu lado quando as crianças se
foram e me entregou uma barrinha de cereal, sorri batendo meu ombro com o seu.
– Você não precisa ficar me dando sua comida.
– Eu tenho o bastante Bella, pode pegar. – peguei
com um sorriso bobo, quem precisava de rosas nos dias de hoje?
Comi, enquanto conversamos sobre nada em
particular, logo era a hora do jantar e não sabia como estavam os arranjos agora,
já que eu fui dada como morta, eu ainda tinha que ajudar?
– Hey Bella. – ergui a cabeça quando meu nome foi
chamado e sorri para Riley.
– Oi.
– Nem acredito que está aqui.
– Você não é o único. – ele riu e olhou em direção
a Edward, segui seu olhar, e me apressei em apresentá-los. – Esse é Edward.
Edward, Riley. – ambos moveram a cabeça em reconhecimento.
– Eu soube que salvou a Bella. Foi muito corajoso
da sua parte.
– Não foi realmente grande coisa. – Edward murmurou
dando de ombros e vi Riley estreitar os olhos.
– Claro que foi, nunca vi ninguém enfrentar aquelas
coisas. Como conseguiu?
– O que quer dizer? – perguntei olhando entre Riley
e Edward. Riley bufou.
– Você não viu a coisa que te pegou Bella, era
enorme e rápida. – olhei para Edward, eu sabia que o que ele fez foi incrível,
mas acho que não havia parado pra pensar no que ele realmente fez.
Eu podia ver que ele era um cara diferente, mais
alto, mais forte, mais misterioso que qualquer um já conheci.
Mas quem ele realmente era? Esse era o mistério de
Edward, e embora eu me sentisse próxima a ele, não era o suficiente para
enfrentá-lo, quem sabe mais para frente, se eu o convencesse a ficar conosco...
– Bella. – olhei em direção onde meu nome foi
chamado, ergui a cabeça sorrindo para Vic.
– Oi. – ela veio até mim me dando um rápido abraço.
– Estou feliz que está bem. Eu soube das suas
coisas, e eu... – ela ergueu uma trouxa de roupas para mim. – Acho que vão
ficar um pouco grandes, mas estão limpas.
Então, a humanidade é uma vadia, eu reafirmo, mas
as vezes tem aqueles que merecem ser excluídos dessa expressão. E Victoria
Smith estava entre essas pessoas.
– Obrigada Vic. – peguei as roupas com um sorriso
agradecido, realmente iam ficar folgadas, já que ela era mais alta que eu, e
tinha mais peito também, mas hey, eu estava desamparada aqui, quem sou eu pra
ficar de frescura?
Peguei a trouxa de roupas as jogando na caixa com
minhas coisas, e a empurrei para a barraca de Edward... er nossa. Me voltei
para Vic, ela olhava com curiosidade para Edward, e acredito que um pouco de
interesse, o que eu não gostei nenhum pouco.
Victoria é linda, com seu bonito cabelo ruivo e
olhos incrivelmente verdes, além do corpão, muito dos caras tentavam ter alguma
chance com ela, mas Vic era como eu, ela não deixava qualquer um ter uma visão
do caminho da felicidade. Ainda sim, ela deixava um ou outro, eu era a
puritana, segundo as más línguas.
– Então, quem é seu amigo? – ela perguntou
finalmente, ainda encarando Edward.
– Edward.
– Victoria, mas todos me chamam de Vic. – ela
piscou para ele que sorriu sem mostrar os dentes.
– É um prazer. – ambos, Vic e Riley encararam
Edward, com certeza um pouco surpresos com sua educação.
– Certo... hmmm, Bella você vai ajudar na separação
da comida? – ela murmurou depois de um momento de silêncio.
– Claro, eu... – olhei entre Edward e Riley e
estreitei os olhos para Riley.
– O que?
– Comporte-se. – ele sorriu.
– Serei um anjo.
Por que eu não acredito nisso?
Post: Robcecadas

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