29.9.15

FANFIC: POR UM NOVO MUNDO - CAPÍTULO XI: O ALIENÍGENA PROTETOR

Autor (a): PaulaHalle
Beta: Variadas
Shipper: Edward & Bella
Gênero: Romance/ Ficção cientifica/ Hentai
Classificação: +18

Sinopse: Oh mundo acabou? Bem está perto disso. A humanidade está morrendo, pouco a pouco, está murchando sem vida e esperança. A jovem Bella com seus poucos anos já viu mais do que queria, sobrevivendo como dá, lutando cada dia por seu lugar no mundo, até a chegada de um estranho que vai mudar tudo. Será que ele trará a esperança que Bella precisa? Esperança que o mundo precisa?

Notas Historias:
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs. Fic 100% Beward.
Obs. Pov. Bella.
Obs. Alienígenas existem? Bem no nosso universo eu não sei, mas no meu sim, então conheçam meu Alienward.

Capítulo IX
O Alienígena Protetor.


Suas sobrancelhas escuras dispararam para cima e sua boca se abriu em choque, ele era realmente grande e musculoso como um halterofilista daqueles que você vê em propagandas de academia. Ele usava jeans escuros e uma camiseta branca um pouco suja, seus olhos dourados piscaram e em seguida ele sorriu.

– Olha o que temos aqui... Uma pequena intrusa.

Eu devo ter congelado completamente, pois o grandalhão me olhava um pouco preocupado agora.

Oh merda! Eu disse que esse lugar estava arrumado demais, mas não, Edward disse que eu estava sendo paranoica... Oh merda, Edward!

Meu corpo tremeu e dei um passo para longe do homem que me olhava com curiosidade, ele entrou mais no apartamento e comecei a calcular as minhas chances, eu podia chutá-lo nas bolas e correr para o banheiro, assim Edward e eu teríamos tempo o suficiente para...

– Bellaaa já está nua. – Edward brincou saindo do banheiro, fazendo qualquer plano que eu estava armando voar pela janela.
O grandão ficou rígido e o vi e tirando uma arma da parte de trás das calças no mesmo momento que o corpo de Edward ficava atrás do meu. O homem grunhiu um palavrão e apontou a arma para cima.

– Merda! Sai de perto dela monstro.

– Gharg!

Oh não, oh não, oh não.

Edward ignorou o homem e me puxou para trás dele me protegendo do mesmo. Graças a Deus, Edward estava de calças, mas seu peito estava nu e ele estava sem óculos, era bem óbvio o que ele era para o homem, e se ele matasse meu Edward achando que estava me protegendo?

– Edward... – guinchei me agarrando a ele e olhando por trás de Edward, para o homem que parecia indeciso se atirava, imagino que com medo de me machucar.

– Eu disse para soltá-la.

– O que quer com ela? – Edward rosnou mostrando os dentes.

– Você não me assusta monstro, deixe a moça ir e vamos resolver isso lá fora. – Edward deu um passo para frente, mas me agarrei nele.

– Não. – sem olhar para mim ele rosnou.

– Não Bella, eu vou ficar bem, ele não vai te tocar.

– Eu? É de você que ela devia ter medo. – o grandão riu sarcasticamente e quando Edward deu mais um passo a frente, corri ficando na frente dele.

– Ele nunca me machucaria. – Edward se apressou em me agarrar me abraçando contra seu peito protetoramente, o cara arqueou uma sobrancelha.

– Ele está forçando você, moça?

– Bella... – Edward começou, mas o ignorei, talvez o cara não fosse mal, só queria me proteger de Edward.

– Claro que não, ele é meu namorado. – a boca do cara caiu aberta.

– Namorado? – antes que eu respondesse uma loira deslumbrante entrou no cômodo.

– Mozão, esses óculos que você arrumou são péssimos, não escondem nada. – ela grunhiu entrando no apartamento, e o mais chocante da cena toda era a pequena tatuagem no seu rosto e os olhos diferentes.

Ela é uma alienígena?

Ela parou abruptadamente quando notou a cena, seus olhos se arregalaram enquanto olhava entre nós.

– Que merda!

– Rose, fique atrás de mim.

– Quem são eles? – ela exigiu, e me apertei mais contra Edward, no meu alienígena eu confiava, agora essa nova aí.

– É o que eu estou tentando descobrir.

– Apontando uma arma? – ela bufou e ele grunhiu.

– Mulher, ele é um alienígena.

– E?

– E ele pode estar aqui para nos matar. – ela deu uma olhada em nós e riu.

– Do jeito que ele abraça a moça, duvido muito. – o homem deu mais uma olhada em nós.

– São mesmo namorados?

– Sim. – falei apressadamente, um pouco hesitante ele guardou a arma.

– Certo. E o que estão fazendo aqui? – Edward me empurrou para trás novamente ficando ereto, vi a mulher olhando apreciativamente para seu peito e me debati voltando a ficar na frente dele para cobri-lo.

– Bella, o que...

– Você está sem camisa. – guinchei e ele riu e voltou a me abraçar me usando para cobrir seu peito.

– Desculpem a intrusão, acabamos de chegar na cidade, procurávamos um lugar para descansar e achamos o apartamento, era o em melhores condições.

– Ok. – ele finalmente guardou a arma e um sorriso com covinhas se espalhou em seu rosto.

– Sou Emmett, essa é minha esposa Rose.

– Esposa? – ela bufou.

– É um modo de falar, não que algum padre da terra, ou sacerdote grhotkriano, faria um casamento entre nós. Mas por todos os meios, somos um. – Olhei para Edward.

– Podemos ser casados também? – Ele me encarou com um sorriso e abaixou a cabeça encostando a testa na minha.

– Já tentando me amarrar? – ri.

– Hei, eu já to passando da idade, e ta difícil encontrar bons maridos, temos que agarrar os bons rápido. – sorrindo, ele beijou meu nariz.

– Somos um. – sussurrou e sorrindo me voltei para o grandão que olhava nossa conversa divertido.

– Eu sou Bella, esse é meu marido Edward. – empinei o queixo e o grandão riu.

– Ok Bella e Edward, vocês são bem vindos a passar a noite.

– Podemos procurar outro lugar... – Edward começou, mas a loira negou vindo até nós.

– Não seja bobo, vocês são bem vindos, vejo que tomaram banho.
– Precisávamos.

– Está tudo bem, temos mais água armazenada em outros apartamentos. Vocês já comeram?

– Não.

– Ótimo, Emmett vai preparar o jantar.

– Eu vou?

– Sim mozão.

– Ok então.

Ele passou por nós, indo para a cozinha, a loira já ia segui-lo, mas se voltou para nós empinando o queixo e encarando Edward.

– Se tocar no meu humano, arranco suas bolas fora. – minha boca escancarou.

– Certo, e se você tocar na minha humana, esqueço que você é mulher e rasgo sua garganta.

– Certo. Barah thayr. – ela disse esticando a mão.

– Barah thayr. – Ele repetiu agarrando seu braço na parte do cotovelo e ela fez o mesmo nele, parecendo concordar em algo eles se soltaram e ela foi para a cozinha.

Voltei-me para Edward, arqueando uma sobrancelha.

– É uma promessa, seria como dizer eu juro.

– A sua língua é engraçada. – ele riu.

– Por quê?

– Parece... Eu não sei uns grunhidos, é difícil falar.

– Realmente, ela é. Mas a sua não foi fácil aprender também.

– Como aprendeu a propósito?

– Na verdade temos um dispositivo na orelha, ele capita o idioma de onde eu estou no momento.

– Ow! E não tem perigo dele sair?

– Não, ele está alojado, só arrancando minha orelha pra tirar. – fiz uma careta e ele riu.

– Ok, então onde quer que você esteja no mundo, você vai entender o idioma?

– Sim.

– Legal, e a leitura? Você lê?

– Claro, eu gosto dos livros da Terra, li muitos nos anos que passei aqui, mas eu tive que aprender sua língua para poder entendê-los bem.

– Entendi. Venha vestir uma blusa antes que a mulher volte, não gostei de como ela te olhava.

– Ela olhava minhas marcas. – peguei sua mão o puxando para a pequena sala, Edward agarrou a mochila no caminho, nos sentamos e ele tirou uma camiseta de manga cumprida de dentro.

– Por que ela olhava para elas?

– Curiosidade. – murmurou colocando a camiseta. – Não há muitos de nós na Terra, ainda mais relacionados com humanos, ela deve ser uma desertora como eu, e ela sabe o que as marcas significam.

– Será que ela também tem?

– Não, eu não tenho. – a mulher disse entrando na sala, ela encostou no batente nos encarando.

– Posso saber, por que está na Terra? – ela empinou o queixo.

– Talvez. Eu posso saber por que você está? – ele sorriu.

– Eu fui acusado de traidor e jogado aqui para morrer. Eles... Eles esperavam que os humanos me pegassem. – ela se aproximou sentando em uma poltrona próxima.

– E você é?

– Claro que não. – rosnei para ela, Edward agarrou minha mão.

– Eu sou, eu preferi os humanos ao meu povo. – olhei para ele, ele estava certo, aos olhos do povo dele, ele é um traidor.

– Foi por ela? – Edward olhou para mim pegando minha mão que estava na dele e a levou aos lábios dando um beijo demorado, corei um pouquinho e ele sorriu.

– Não, mas se a tivesse conhecido na época, eu faria qualquer coisa por ela.

Sério, tem como não se derreter com um homem deste? Ele se voltou para a loira, e agora seu rosto estava sério.

– Eu e meu pai éramos contra o que foi feito a Terra, e fomos contra muito abertamente para o gosto dos nossos, por isso fomos marcados e atirados na Terra.

– Cadê seu pai?

– Morreu na queda. – ela assentiu e ficamos alguns minutos em silêncio, deitei a cabeça no ombro de Edward agarrada ao seu braço, ele deu um beijo em minha testa.

– Eu fui abandonada aqui.

– Por quê? – perguntei e ela me encarou.

– Estávamos em uma missão de reconhecimento, eu e mais dois homens. Achamos uma criança, eles queriam levá-la, mas eu não deixei.

– Os matou? – a voz dele era dura, imagino que ele teria os matado.

– Foi por pouco. Mas pela escolha que fiz, eles me chamaram de traidora e mandaram eu ficar com os humanos já que eu gostava tanto deles. – ela bufou.

– E a criança?

– Eu dei ao pai... – ela parou engolindo em seco. – Mas...

– Eles a mataram? – Edward sussurrou.

– Sim, mataram minha menininha. – Emmett rosnou aparecendo atrás de Rosie, ele a abraçou pelos ombros beijando seu cabelo.

– Ela era sua?

– Minha pequena Ângela. Meu anjinho.

– E você os deixou ir? – Edward rosnou e ela sorriu.

– Não, eu os matei. Depois fui com Emmett. – ele riu.

– Bom.

– Então quem está com fome? – olhei para Edward que deu de ombros, ficando de pé estendeu a mão para mim, a peguei e seguimos os dois para a pequena cozinha.

Em uma mesa no canto ele havia colocado quatro pratos, neles tinha feijão, eu acho, com farinha, havia também algumas bolachas e água.

– Um banquete. – Emmett piscou para mim, Edward rosnou.

– Emmett, não paquere a mulher alheia.

– Eu não... – ele suspirou e foi se sentar, todos nos acomodamos e começamos a comer, não estava ruim, mas era um pouco seco.

Mas deu pra encher bem a barriga.

Ao terminarmos Emmett jogou os pratos, que era de papel, fora e fomos para a sala.

– Vocês devem estar cansados.

– Dormir seria bom. – Edward murmurou e ela assentiu.

– Temos um quarto de hospedes não é? – ela olhou para Emmett.

– Acho que está um pouco empoeirado, vou dar uma olhada e trocar os lençóis. – ele saiu sumindo pelo corredor.

Eu não havia olhado todo o apartamento quando chegamos, imaginava que só tinha um quarto, já esperava termos que armar a barraca, considerando que agora estávamos dividindo o apartamento com os donos, mas saber que iríamos deitar em uma cama de verdade era o céu.

– Vocês vão ficar quanto tempo na cidade?

– Algumas semanas. Ainda não decidimos.

– Vieram em busca de suprimentos? – Edward me encarou.

– Pode se dizer que sim. – ela arqueou uma sobrancelha, mas ao ver que não falamos mais nada deu de ombros.

– Ok.

– Pronto, está tudo arrumado. – Emmett voltou a sala carregando alguns lençóis amarelados.

Assentimos, pegando nossas mochilas, agradecemos e fomos para o quarto. Assim que entramos me joguei na cama e suspirei de alegria. Edward riu largando a mochila no chão, apoiou seu bastão na parede e veio se deitar ao meu lado.

– Boa cama.

– Boa? Essa cama é a oitava maravilha do mundo.

– Hmmm, eu já deitei em camas melhores. – olhei para ele com um bico.

– Sabe quando foi a última vez que dormi em uma cama?

– Quando?

– Tem mais de 10 anos.

– Nossa, mas por que vivem sempre no meio do nada?

– É mais seguro, quanto mais longe da civilização melhor. Descobrimos logo que os lugares mais atacados eram as cidades.

– Mas e agora?

– Os caçadores, todos sabem que as bases estão nas grandes cidades.

– Verdade. Amanhã iremos a primeira que aparecer no meu rastreador.

– Acha que terá caçadores lá?

– É possível. Você quer ficar aqui?

– Não, eu quero ir com você. – ele virou de lado e o imitei para que nos encarássemos, sua mão veio para minha bochecha e suspirei me inclinando para ele.

– Você tem medo deles?

– Não medo, eu só... Quero ficar com você. – sua testa encostou a minha e toquei sua mão que estava sobre meu rosto.

– Nunca sairei do seu lado.

– Ok.

Ficamos assim por alguns minutos, meus olhos começaram a se fechar e bocejei alto.

– Hora de dormir. – Edward tirou minha calça me deixando só com a regata, tirou sua camiseta e deitou me puxando para seus braços.

Bocejei mais uma vez me aconchegando nele.

– Boa noite marido. – ele riu beijando minha testa.

– Boa noite, amor.



[...]
Caminhamos pelas escadas com cautela, ok, eu estava com cautela e me agarrando a Edward como se minha vida dependesse disso, mas quem podia me culpar, eu estava entrando por vontade própria em uma base alienígena.

Ok ela está desativada, mas nunca se sabe, afinal eu já fui pega por um caçador e conheci dois alienígenas. Com certeza tem algo de errado comigo.

– Bella, se acalme. – Edward sussurrou parando de andar, ele soltou o bastão me abraçando apertado, havíamos deixado nossas coisas no apartamento de Emmett e Rosie.

Eles quiseram vir conosco quando começamos a sair de manhã, mas Edward disse que não precisava, inventou que queríamos passar algum tempo sozinhos, deu pra ver que eles não acreditaram muito, mas não insistiram mais em vir conosco.

Não que Edward achasse que eles iriam atrapalhar, mas não os conhecíamos e como o seguro morreu de velho, preferimos ir sozinhos.

– Vai ficar tudo bem. – ele sussurrou e o olhei.

– Eu sei, eu só...

– Não precisa ter medo, nunca deixarei nada te acontecer. – assenti o abraçando apertado.

– Ok. – respirando fundo o soltei. – Vamos lá.

Sorrindo ele pegou seu bastão e voltei a agarrar seu braço, a base em que estávamos ficava no teto de um prédio bem alto, como não tinha energia, elevadores estavam fora de questão, então começamos a longa subida pelas escadas.

Quando finalmente chegamos ao último andar, pegamos a escada para o teto, Edward me soltou, ficando na frente ao chegarmos à porta ele a abriu ficando na minha frente protetoramente, ele deu uma boa olhada em tudo, então se voltou para mim.

– Está vazio. – assenti e entramos, ele tirou seus óculos e soltou minha mão começando a olhar tudo em volta.

Eles haviam feito um tipo de novo andar no teto, as paredes eram de vidro e estavam sujas de pó, era amplo sem paredes dividindo as áreas, havia muitas maquinas e computadores estranhos, com certeza parte da tecnologia alien que Edward tinha comentado.

Vi uma daquelas máquinas que me pegou no chão desativada, os tais caçadores, chutei ele com meu pé, ele nem se moveu. Ele não é tão assustador desativado, ok talvez um pouquinho.

Deixei a coisa de lado e fui atrás de Edward, ele olhava o computador com curiosidade.

– Achou algo?

– Sim, pode achar uma bolsa ou sacola para mim?

– Claro. – fui à procura de alguma mochila ou bolsa, ouvi o barulho de algo quebrando, Edward havia jogando o computador no chão e agora revirava as pequenas peças que tinha dentro.

Continuei vasculhando, enquanto ele quebrava mais um computador e algumas maquinas, achei uma velha sacola jogada no chão, limpei um pouco o pó e a levei para Edward.

– Aqui.

– Obrigada amor. – piscou pra mim e sorri bobamente. Só esse homem... Ou melhor, esse alien pra me fazer agir como uma adolescente boba.

Vi ele jogando as peças que juntou na sacola e o ajudei.

Ele quebrou mais algumas coisas, pegou mais peças e quando estava satisfeito a colocou no ombro e pegou seu bastão.

– Já temos tudo, vamos... – Edward mal acabou de falar o teto de vidro começou a se abrir, meus olhos se arregalaram e corri para ele que me empurrou para trás de si.

– O que é isso?

– Kraçaki.

– Edward?

– Um caçador.

Oh merda!

Apertei seu braço com força, meus dedos estavam ficando brancos já, mas ele não reclamou, só ficou quieto olhando com atenção, quando o teto estava completamente aberto, veio aquele zumbido que fez meus pelos se arrepiarem e meu coração disparar.

– Oh não, oh não, oh não... – comecei nervosamente.

– Bella, se acalme. – sussurrou andando de costas nos levando para a saída, eu o imitava com medo demais de me mover por conta própria.

Quando estávamos quase na saída, com uma rajada de vento, um daqueles caçadores levitou até pousar no chão, ele me lembrava um escorpião, com seu corpo longo como um triângulo e as garras que haviam me segurado, ainda andando meu pé bateu em algo e a coisa se virou para nós com o barulho.

– Gharg! – Edward rosnou quando o caçador começou a levitar vindo em nossa direção.

– Edward...

– Bella, corra. – Edward gritou tirando a bolsa e me entregando, segurando seu bastão se preparou para atacar.

O bicho veio para cima de nós, mas parou ao ver Edward, como se reconhecesse que ele é um alien. Me movi para a porta e o caçador se virou para mim e começou a vir em minha direção.

Edward gritou saltando com o bastão nas mãos e bateu nele, o caçador cambaleou. Se aproveitando disso, ele correu até mim me abraçando, ergueu meu corpo até meus pés estarem fora do chão e correu.

Enterrei o rosto no peito de Edward agarrando a sacola com as peças em um aperto de morte assim com fazia na sua camiseta. Edward irrompeu pela porta começando a descer as escadas, ouvimos o zumbido da criatura, mas ele era muito grande para passar pela porta.

E pelo barulho que ele fazia conforme nos afastávamos dele, ele estava arrebentando as paredes para passar.

Ao chegarmos ao térreo saímos do prédio, Edward me colocou no chão me colocando atrás dele novamente se preparou para o ataque. Minha respiração estava vindo em ofegos, até parecia que eu que tinha descido as escadas correndo, mas minha respiração não era de alguém cansado, era de alguém apavorado.

– Edward... – comecei, mas ele negou.

– Shiii, ele está vindo.

– Edward. – choraminguei, quando a entrada do prédio explodiu e o caçador veio zumbindo em nossa direção.

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